Estudantes de Ceilândia fizeram uma manifestação na manhã desta quarta-feira (20) contra a censura no ensino. A mobilização começou no Centro Educacional 06, que recentemente foi alvo de questionamentos por causa de um trabalho de classe relacionado a temas LGBT. No mês passado, a escola recebeu um ofício assinado pela deputada Sandra Faraj (SD), em que a parlamentar pedia esclarecimentos e “providências legais” contra um professor que tratou sobre homofobia, pansexualismo e relações poliamorosas em sala de aula.
Cerca de 250 pessoas participaram do protesto. Estudantes de outras escolas e representantes do Sindicato dos Professores se juntaram ao grupo. Um trio elétrico acompanhou os manifestantes e alunos se revezaram ao microfone para criticar as interferências parlamentares no conteúdo ministrado nas escolas públicas. Os participantes defenderam ainda o trabalho do professor de biologia Deneir Meirelles, responsável pelo trabalho que suscitou a ira da deputada Sandra Faraj.
Aluna do terceiro ano do ensino médio, Juliana Amarante Pabua ressalta que essa mobilização é importante “para abrir a mente de todos da comunidade”. “Temos que entender e respeitar as diferenças, não podemos ficar calados”, afirma.
O professor Deneir Meirelles explicou que é essencial tratar de temas como direitos da população LGBT em sala de aula. “Temos que trabalhar esses assuntos, principalmente em um ambiente educacional. O movimento de hoje foi iniciativa dos próprios alunos, que não vão ficar calados. Tanto os professores, quanto as instituições podem ser silenciadas facilmente. Mas os estudantes não serão oprimidos. O que está acontecendo hoje reflete isto diretamente”, destacou Deneir.
https://www.youtube.com/watch?v=jjwr_4vGf_o&feature=youtu.be


21 thoughts on “Depois da interferência de deputados, estudantes de Ceilândia fazem protesto contra censura no ensino”
Desde que a pedagogia do oprimido seja a tônica, que mal há em ser analfabeto funcional, não é mesmo?
O mal maior é tratar cargo público como se fosse púlpito de igreja. Ela foi eleita como deputada e não como pastora. Direitos humanos sim dentro da escola. Ou agora vão querer estudar racismo dando vozes a quem acha que nordestino é inferior? Essa é a pluralidade que tanto defendem?
A Deputada está muito preocupada com as questões LGBT, e com as questões da igreja de onde ela é pastora. Vemos somente os benefícios acontece nos arredores da Igreja, que também conta com a participação do Administrador de Taguatinga como pastor. Minha sugestão para ela e para todos os “fiéis seguidores” e: Deixe em paz quem não faz mal a ninguém e vá cuidar dos reais interesses da sociedade. O asfalto, sinalização, calçadas, segurança, coisas desse tipo. #ficaadica
Falou tudo!
Estudei em escola pública aqui do DF, porém vejo que os alunos não são levados a uma reflexão, e sim induzidos a ver só por uma perspectiva algum assunto de importância para a sociedade. Isto não é democracia.
Achei que deputado recebia um alto salário pra discutir coisas realmente relevantes pra sociedade, e não pra impor suas convicções religiosas ou impedir o Brasil de ser uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, Vai ler a constituição Deputada, a partir dela voce desempenha seu trabalho para atender aos interesses da sociedade. A Bíblia voce leia só na sua casa, SÓ pros seus interesses pessoais, por favor…
Engraçado ninguém faz manifestação para melhorar a saúde, a própria educação, o transporte, as condições de trabalho dos pais de muitos deles, mas a preocupação é com coisas que podem ser abordadas de outra maneira e não na escola como querem e pode até ser na escola, mas por pessoas qualificadas para isso e creio que um professor que só por que faz parte da causa, não vai fazer isso de forma isenta e não vem com essa história que foi iniciativa dos alunos, pois não foi
Valdeci, é inadmissível uma pessoa negra, que sofre na pele com a discriminação e sabe como isso dói, ficar com esse discurso de exclusão. A escola é lugar para se quebrar as barreiras do preconceito, da discriminação, da homofobia, do racismo etc. É lugar de inclusão. A Constituição Federal determina isso, assim como a LDB 9.394/96.
Lamentável ainda termos deputados como essa Sandra Faraj
ESTUDANTES – eles não sabem que não sabem. Pouco esclarecidos, estão sendo manipulados por um sindicato de esquerda que tem um discurso: quanto pior melhor. Se há ordem, prosperidade, o sindicato fica sem finalidade. Precisa mostrar serviços, manipulando alunos que mal sabem utilizar as quatro operações matemáticas.
Essa gayzaiada está querendo ditar moda no Brasil. Meia dúzia de alunos e professores esquerdistas de linhagem progressista não vão induzir toda sociedade a aceitar tais preceitos! Querem discutir sobre a imoralidade pervertida de alguns, que o façam com a liberdade da crítica também. Afinal, ser contra tal comportamento é tido por eles como homofobia e até como censura. Contudo, não aceitam a crítica e aqueles que são contrários a esse tema insano e imoral, fazendo justamente aquilo que reprovam, a censura do contraditório.
Falar que essa Juntos é uma ONG ligada ao Psol vocês não falam, né seus manipuladores baratos?
A sociedade pluralista de esquerda é a sociedade da imposição de ideias. O pluralismo de ideias pra esquerdista é o discurso pronto e a censura. Se vc ñ concordar, vc é homofobico, racista, agressor de mulheres. Esse é o nível do “debate”. As teorias de António Gramsci já são aplicadas há um bom tempo no Brasil. Escola pública é local de doutrinação ideológica
Rodrigo, pior é que vocês, que se dizem evangélicos, querem usar a escola pública para suas doutrinações teológicas. Religião é algo de foro íntimo e não deve ser uma barreia a uma educação de qualidade e global.
O que é mais ridículo é vocês quererem impor seus dogmas religiosos e imaginários a todas as pessoas. São vocês, crentes, que querem impor o pensamento de vocês a todos. Aqueles que não se curvam, são tachados de gayzistas, de comunistas, disso e daquilo. Vocês baixam o nível do diálogo.
Esse professor PEDERASTA tem que ser PRESO e banido de qualquer contato com adolescentes. Ou ele segue a grade curricular que é gigantesca, ou vá pra CADEIA! Fazer proselitismo gayzista e marxista em sala de aula é CRIME
Caro Lucio, procure ajuda psicológica, pois parece estar necessitando da mesma.
É inadmissível que religiosos queiram fazer “proselitismo” religioso dentro das salas de aulas. O colégio é um lugar de inserção e eliminação de barreiras e preconceitos. A Constituição e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, já determina isso. As pessoas que querem que seus filhos sejam privados de uma educação inclusiva e holística, que os matriculem em escolas confessionais, pois existem várias.
Você deve ser outro pederasta velho atrás de crianças! Castração química já!
Luci, cuidado que você pode responder a um processo por calúnia e difamação. Não fica bem agredir as pessoas dessa forma.
Cuidado ao DEFENDER CRIMES e criminosos
Esse é o resultado das pessoas votarem em candidatos sem conteúdo e sem condições alguma para, de forma proativa, representar os interesses reais da população. Nesse país de pessoas sem educação, basta qualquer indivíduo se apresentar como evangélico e ser ligado a alguma congregação grande, que será eleito. Ele não precisa ter conteúdo, basta dizer que “defende a família”; o que quer que isso signifique, e fazer um discurso homofóbico, que basta para ser eleita/o.
Essa deputada deveria buscar defender os reais interesses dos cidadãos de Brasília: educação, saneamento básico, saúde e escola de qualidade; não escola fundamentalistas. Em vez disso, fica se preocupando com a sexualidade alheira. Afinal, o professor passou uma pesquisa sobre temas contemporâneos! Qual é o problema? Por que os alunos não podem receber uma educação holística? Por acaso alguém irá virar homossexual por causa de uma pesquisa? Não. Afinal, pessoas LGBT são filhos de pais héteros. Todos temos nossa sexualidade definida até os cinco anos de idade, seguindo pesquisadores e pesquisa nenhuma ou religião alguma mudará isso.
É possível ver os barbantes ligando os “estudantes” às mãos dos “professores”…