Investigado na Operação Palácio Real, o coronel Cirlândio Martins, da Polícia Militar do DF, seguiu os passos do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) e também se tornou vendedor da Polishop, a empresa de vendas online. O oficial entrou para a reserva em janeiro depois se virar alvo de busca e apreensão da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DECO) e atua agora no “Marketing Multinível” da Polishop. Na operação, policiais civis estiveram na Casa Militar e na casa de Cirlândio, que é suspeito de ter ajudado o cabo João Dias no episódio, ocorrido em 2012, em que ele despejou R$ 200 mil na mesa do então secretário de Governo, Paulo Tadeu.
Polishop é renda principal
E o que faz o “Marketing Multinível” da Polishop? O coronel da reserva Cirlândio Martins diz que precisa de, pelo menos, uma hora para explicar o funcionamento. Ele tem proferido palestras para arregimentar novos adeptos. Dá para ganhar bem mais do que a aposentadoria da PM. “Quando dá certo, o que era uma renda extra pode virar a principal”, contou o oficial à coluna.


3 thoughts on “Coronel investigado pela Deco segue Agnelo e vira vendedor da Polishop”
Com essa cara de novo já aposentado? E com o teto do STF pelo jeito? É uma vergonha. Palhaçada o q se faz com o dinheiro público nesse GDF.
Teto so vale pra emprego publico….putz
Sem defender esse coronel, posso lhe afirmar que cara ou rosto hoje em dia, não quer significar a idade que a pessoa tem. Além do mais, sei que ele passou 30 anos na PMDF. Além disso, antigamente era comum cidadãos entrarem com 18 anos na PMDF. Logo, é totalmente possível que tenha se aposentado aos 48 anos, e portanto, com essa aparência, que pode ser enganosa, pois o sujeito inclusive é careca, e a foto não é de tão perto. Por isso, não acho que seja tão novo assim. Além do mais, toda aposentadoria passa pelo crivo do TCDF, e qualquer irregularidade torna a aposentadoria questionável e anulável.