Eli Soares cantor gospel Divulgação

Administrações regionais retomam gastos altos com shows e eventos

Publicado em CB.Poder

As administrações regionais retomaram a velha prática de gastar altos valores com shows e festas. Só esta semana, foram pelo menos três eventos, que custaram juntos R$ 360 mil. A contratação do cantor Zé Felipe, conhecido como Justin Bieber do Sertanejo, por um cachê de R$ 80 mil, repercutiu mal, mas não foi a única despesa do gênero. O jovem se apresenta hoje à noite, no Gama, assim como o Trio Parada Dura, que também faturou R$ 80 mil. Já a Administração de Samambaia repassou R$ 100 mil para patrocinar o evento Festvida, realizado semana passada, pela Igreja Batista Ministério Vida Nova. A grande atração foi o cantor gospel Eli Soares. Segundo o site da organização, 3 mil pessoas participaram do evento evangélico, que contou com orações do pastor Amilton Gomes.

 

Rodeio de R$ 100 mil
Já a Administração Regional de Águas Claras destinou R$ 100 mil à realização do evento Circuito Cerrado de Rodeio, previsto para este fim de semana. As principais atrações serão artistas sertanejos, como Pedro Paulo e Matheus, Rick e Rangel e Wallace Mello. O patrocínio foi possível graças à descentralização da execução de créditos orçamentários da Secretaria de Cultura para a Administração de Águas Claras, que apoiou a realização do evento de rodeio. De acordo com informações do Siggo, o GDF gastou R$ 3,7 milhões com eventos culturais e R$ 2,1 milhões com homenagens e festividades em 2016.

9 thoughts on “Administrações regionais retomam gastos altos com shows e eventos

  1. Esse é o típico exemplo de que o Estado tem que financiar e estar presente em tudo que é possível e imaginável. Lamentável.

  2. ***O Secretário de Saúde***

    Investiu mais do que tinha no orçamento?

    É incompetente? Pode ser…

    Investiu muito menos do que tinha disponível?

    Pode ser incompetente? Pode ser…

    ***O Secretário de Educação***

    Investiu mais do que tinha no orçamento?

    É incompetente? Pode ser…

    Investiu muito menos do que tinha disponível?

    Pode ser incompetente? Pode ser…

    ***O Secretário de Segurança Pública***

    Investiu mais do que tinha no orçamento?

    É incompetente? Pode ser…

    Investiu muito menos do que tinha disponível?

    Pode ser incompetente? Pode ser…

    ***O Secretário de Obras***

    Investiu mais do que tinha no orçamento?

    É incompetente? Pode ser…

    Investiu muito menos do que tinha disponível?

    Pode ser incompetente? Pode ser…

    ***O Secretário de Cultura***

    Investiu qualquer valor do orçamento disponível.

    É Ladrão!!!

    Esta promovendo a Cultura do Pão e do Circo, enquanto o povo morre nos hospitais, etc, etc, etc…

    ***O Administrador Regional***

    Investiu qualquer valor destinado para a área da cultura.

    É Ladrão!!!

    Esta promovendo a Cultura do Pão e do Circo, enquanto o povo morre nos hospitais, etc, etc, etc…

    O “Administrador Regional” e o “Deputado” autor da Emenda Parlamentar, estão lesando o povo, pois o investimento destinado para a “Cultura” poderia salvar o Distrito Federal se fosse investido a verba da “Cultura” em “Saúde”, “Educação”, “Segurança Pública”, “Mobilidade Urbana”, “Infra-Estrutura”, “Obras” e etc… MENOS na CULTURA.

    Se encerrar todos os investimentos na área da CULTURA, todo o restante irá melhorar??? Tem Certeza???

    É este troco investido na área da CULTURA que irá mudar tudo, deixar tudo igual ao sonho, ao paraíso???

    1. Enquanto não tivermos uma Educação, Saúde e Segurança adequadas, deveria ser vergonhoso gastar dinheiro com shows e outros eventos “culturais”. Vergonha!! Isso é o que sentimos.

      1. Júlio Montanha, o Sr. sabe como funciona o ORÇAMENTO PÚBLICO???

        A verba da Saúde é da Saúde, a verba da Segurança é da Segurança, a verba da Educação é da Educação, e assim por diante.

        A verba do Fundo Constitucional é para Segurança e Educação, e acho que Saúde, então deste recurso não se pode investir 1 centavo em outra coisa. Simples, né?

        Se os Secretários e demais GESTORES PÚBLICOS de cada PASTA investem de forma inadequada e ineficiente, a culpa não é do mínimo que é investido na Pasta da Cultura. Isso é público e notório, chama-se falta de gestão, incompetência entre outros adjetivos.

        O restante e falta de conhecimento e mídia contra os investimentos realizados na cultura.

        O Foco é a falta de GESTÃO de CADA PASTA, este deveria ser o OBJETIVO de toda reclamação dos senhores contribuintes.

        Saber reclamar também seria um bom começo.

        Investir em CULTURA não é CRIME!

  3. Investir Verba Pública em Atividades Culturais NÃO É CRIME!!!

    Mesmo quando o “Governo de Brasília” não reajusta os salários de diversas categorias e falta tudo na “Saúde”, “Educação”, “Segurança”, “Mobilidade Urbana”, “Infra-Estutura” e etc…

    O “Governo de Brasília” por meio da ineficaz “Secretaria de Cultura do DF” e tímidas Ações das “Administrações Regionais”, está investindo muito abaixo do mínimo na “área cultural” e mesmo assim, ta tudo muito ruim em todas as demais pastas, ou seja, você realmente acredita que os investimentos destinados para a “Área Cultural”, irão alterar, mudar, ou melhorar alguma coisa na “saúde”, “educação”, “segurança”, “mobilidade urbana”, “obras”, “infra-estrutura” e etc?

    Você realmente acredita nisso? Então você acredita nas Histórias da Carochinha!!!

    A verba destinada para ATIVIDADE CULTURAL, não poderá ser investida em outra área.

    É público e notório, que não poderá haver utilização de verba pública em finalidade diversa da prevista no “Programa de Trabalho da Unidade”, o que pode caracterizar incidência nos crimes previstos nos art. 312 e 315 do Código Penal.

    O “programa de trabalho” é o principal instrumento de planejamento administrativo, financeiro e social do Poder Público.

    No orçamento, as obras e serviços a serem realizados são materializados em programas, as quais se transformam em forma de projetos e atividades para os diversos órgãos da administração.

    No orçamento, os projetos e as atividades são os títulos das ações que cada órgão vai desenvolver.

    Dessa maneira, de forma resumida, “Programa de Trabalho” é um conjunto de projetos que contenha detalhadamente as intenções de uma administração para realizar uma obra ou serviço.

    Portanto, o “Gestor da Unidade” não pode destinar verba pública à finalidade não prevista em lei, no caso específico, “Lei Orçamentária”.

    Com a CONTRATAÇÃO dos SHOWS ARTÍSTICOS, o “Governo de Brasília” está ratificando o que diz a “Lei Orgânica do DF”, no “Artigo 246”: “O Poder Público garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura, apoiará e incentivará a valorização e difusão das manifestações culturais, bem como a proteção do patrimônio artístico, cultural e histórico do Distrito Federal” e estarão em consonância com a “Constituição Brasileira no Artigo 215”. “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos aculturais e acesso às fontes da cultura nacional e apoiará e incentivará a valorização e difusão das manifestações culturais”.

    Deve ficar claro que a contratação de músicos/artistas para a apresentação em eventos financiados pelos cofres públicos e mais uma das formas de incentivo ao desenvolvimento cultural.

    O “Distrito Federal” é a única unidade da Federação Brasileira que possui uma descrição dos procedimentos legais a serem observados para fins de contratação de shows e de eventos culturais, solicitado pela Secult/DF a Procuradoria Geral do Distrito Federal.

    O PARECER 393/2008 PROCAD/PGDF, foi subscrito pelo Procurador do Distrito Federal Dr. Alexandre Moraes Pereira, e aprovado pelos jurídicos fundamentos pela Sra. Janaína Carla Mendonça Heringer – Procuradora Chefe da Procuradoria Geral do Distrito Federal.

    O Parecer foi publicada no DODF em 07 de agosto de 2008 pelo Governador em exercício, tornando o PARECER 393/2008 PROCAD/PGDF uma “Instrução Normativa”.

    As CONTRATAÇÕES ARTÍSTICAS no Distrito Federal devem ser feitas sob a Regência legal das leis vigentes, descritas abaixo.

    • Lei nº 8.666/93 e alterações posteriores;

    • Parecer 393/2008 PROCAD/PGDF;

    • Portaria 88 de 08/12/2010 do Ministério do Turismo.

    • Nota Técnica n. 01/2011 – UAG/AJL da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal estabelece o mínimo e o teto dos cachês dos artistas com Sede no Distrito Federal e Entorno.

    • Decreto 34.577 de 15 de agosto de 2103 e Portaria 85 de 03 de outubro de 2013 da Secretaria de Cultura.

    • Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.

    • Portaria 3346/86 Fiscalização do Trabalho de Artistas – Técnicos e Músicos – Ministério do Trabalho.

    • Portaria 3347/86 que criou os Modelos de Contratos para Músicos e Artistas – Ministério do Trabalho.

    • Lei 3.857/60 que criou a profissão e normatizou a profissão de Músico.

    Por meio da Portaria 88 de 08/12/2010 do Ministério do Turismo, a “Controladoria Geral da União” “sugeriu” há anos sugeriu o teto para contratação de artistas regionais no valor de R$80.000,00 (oitenta mil reais).

    Observe, apenas sugeriu o TETO.

    O Cachê do Artista do Distrito Federal ou Entorno, deve estar dentro do que está estipulado na Nota Técnica n. 01/2011 – UAG/AJL da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, que estabelece o mínimo e o teto dos cachês dos artistas com Sede no Distrito Federal e Entorno.

  4. Alguém sabe como funciona o ORÇAMENTO PÚBLICO???

    Prezados Senhores, a verba da Saúde é da Saúde, a verba da Segurança é da Segurança, a verba da Educação é da Educação, e assim por diante.

    A verba do Fundo Constitucional é para Segurança e Educação, e acho que Saúde, então deste recurso não se pode investir 1 centavo em outra coisa. Simples, né?

    Se os Secretários e demais GESTORES PÚBLICOS de cada PASTA investem de forma inadequada e ineficiente, a culpa não é do mínimo que é investido na Pasta da Cultura. Isso é público e notório, chama-se falta de gestão, incompetência entre outros adjetivos.

    O restante e falta de conhecimento e mídia contra os investimentos realizados na cultura.

    O Foco é a falta de GESTÃO de CADA PASTA, este deveria ser o OBJETIVO de toda reclamação dos senhores contribuintes.

    Saber reclamar também seria um bom começo.

    Investir em CULTURA não é CRIME!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *