“Estão querendo calar as famílias do DF”, diz Sandra Faraj sobre representação de petista

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A deputada distrital Sandra Faraj (SD) reagiu à representação por quebra de decoro protocolada contra ela na Câmara Legislativa. O documento foi elaborado pela deputada federal Érika Kokay (PT).  “Estou estarrecida. A motivação é algo amordaçador e contrário à democracia brasileira. É de deixar o queixo caído”, disse Faraj, em nota. “Querem me condenar porque enviei um ofício pedindo informações e esclarecimentos a uma escola pública. E os pais não têm o direito de saber o que acontece nas salas de aulas?”, questionou a distrital. “Essa atitude reflete bem o que alguns grupos querem impor na nossa cidade: uma verdadeira ditadura de pensamento e de comportamento”.

 

Na representação, Érika Kokay alegou que o ofício teria que ser enviado pela Mesa Diretora da Câmara, e não pela deputada. Mas Sandra Faraj garante que a medida é prevista no regimento da Casa. “A deputada Érika, quando distrital, encaminhou ofício à Polícia Civil pedindo cópia de inquérito policial sobre escutas clandestinas. Por que ela pode enviar ofícios e eu não posso?”, questionou. “Não aceito esse movimento querendo calar as famílias do DF”, finalizou.

7 thoughts on ““Estão querendo calar as famílias do DF”, diz Sandra Faraj sobre representação de petista

  1. Deputada Sandra Faraj a escola não é extensão de qualquer que seja a igreja ou denominação. A escola é um lugar de debates. É um lugar onde se acaba os preconceitos. Se a senhora quer proibir os temas sociais abra sua própria escola de evangélicos e enfie na cabeça dos alunos suas idéias, outra coisa esse negócio de proteger a família a senhora faz com assistência de empregos, melhoria nas condições sociais de educação e segurança nas escolas, em vez de argumentar sobre educação sexual a senhora deveria se preocupar em melhorar nosso ensino que é uma porcaria, procurar respeitar o professor que sofre no dia a dia da escola e acabar com essa falácia de proteção a família com ensinamentos bíblicos. Deputada, pessoa não é gado pra ser tocada e andar de quatro comendo capim.

  2. Nossa, que nota mais sem sentido: “A motivação é algo amordaçador e contrário à democracia brasileira.”, disse a distrital. Foi ela quem quis por uma mordaça na educação, numa tentativa de torná-la religiosa. Foi ela quem solicitou uma punição “legal” ao professor que ensinava sobre diversidade!
    Quanta falta de lógica e ética.
    É você, dep. Sandra, que quer impor sua agenda, sua ditadura de pensamento.

  3. Sra. Sandra, se você não aceita uma suposta “calação” das famílias, por que quer privar a elas e aos alunos de aprenderem sobre a sociedade, de modo holístico?
    A religião de cada um deve ficar fora das salas de aula, pois é algo de foro íntimo.

    1. Fico feliz com os comentários aqui nesta matéria que indicam que as pessoas podem pensar além dos dogmas religiosos, principalmente quando falamos em um lugar democrático como uma escola.

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