A distrital Sandra Faraj (SD) foi a entrevistada do programa televisivo do CB.Poder nesta segunda-feira (4). Evangélica, a parlamentar defendeu o projeto Escola sem Partido, proposto no início de 2015 para impedir professores de “doutrinarem politicamente os alunos”; criticou a militância LGBT; e falou sobre as relações entre Câmara Legislativa e Palácio do Buriti.
Questionada se as bandeiras defendidas por evangélicos não vão de encontro às conquistas sociais, a deputada respondeu que “retrocesso é não defender a família”, que para ela se resume a pai, mãe e filhos — excluindo, assim, homossexuais e transgêneros, por exemplo.
Ela ainda lembrou ter sido a relatora do Estatuto da Família distrital, proposto por Rodrigo Delmasso (PTN), que visava restringir o conceito de família. O projeto de lei, aprovado por 22 distritais, acabou vetado pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Confira a entrevista completa.
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21 thoughts on ““Família é pai, mãe e filhos”, diz Sandra Faraj (SD), entrevistada do CB.Poder”
Está certíssima, para desespero da militantada da redação do Correio.
E segundo essa senhora eu nunca tive família…já que fui criada pela minha mãe e avos amorosos e cuidadosos… e hoje vivo com meu marido e filhos de um casamento anterior. Obrigada deputada por me esclarecer. Nunca tive família , somente vivi e vivo com pessoas que me amam e que amo muitíssimo. Pena que não são minha família.
“para ela se resume a pai, mãe e filhos” – Então para ela uma mãe solteira ou pai solteiro não é família, idem para família que são de pessoas criadas por avos ou tios… essa bancada evangélica é tão sem noção e hipócrita.
Então você deixa seu filho crescer e se casar com outro homem e aí você vai bancar de um pai rigoroso, Família é feita pelo Pai, Mãe e FIlhos, não tem outra resposta pra isso! Evangélicos defende o que é certo e ponto final!
1 – não preciso deixar meus filhos crescerem e se casarem com outro homem, quando eles tiverem grandes se quiserem casar com homem ou mulher é uma decisão apenas deles.
2 – penso dessa forma pois fui educado dessa forma em um lar otimo, pais que me aceitam do jeito que nasci, sou gay, e sou de uma familia “tradicional” – a diferença – o amor vale mais do que querer cuidar da vida do outro,
3 – voce é tão sem noção que citei varios tipos de familia, então me responda, nenhum deses voce considera familia?
4 – cuide da sua vida e da sua familia e guarde o que é certo para voce apenas para voce pois VOCE nem sua igreja não e dono da verdade para determinar o que é certo ou errado – pq ate jesus teve dois pais afinal de consta ne.
Para de querer jogar as pessoas contra a Deputada, não sou de Brasilia mas o assunto é alem fronteiras. Mãe solteira é Mãe e muitas Pai e Mãe. Pai solteiro é Pai. mas se pensarmos um pouco o que a Deputada disse foi com relação ao circulo completo de família, que entende-se pessoas de sexo oposto construindo a mais forte e respeitada instituição criada por Deus. FAMÍLIA. Se assim não fosse, nem os que são contra essa visão deixada por Deus, nem fariam parte desse debate, pois até mesmo eles vieram da união, HOMEM e MULHER. obrigado.
Retorcesso, apenas!
É uma opinião pessoal da deputada. Daí a se transformar em verdade absoluta…não dá! Felizmente estamos falando da Câmara Legislativa do DF, que possui pouca (ou nenhuma) influência na sociedade do DF.
As matérias do Correio são muito tendenciosas em alguns assuntos, sobretudo, no que tange a ideologias cristãs. É sempre a mesma fórmula superficial de matéria: evangélicos/católicos são preconceituosos e os demais seguimentos, vitimas. Ademais, esses seguimentos vitimizado são tratados de maneira idealizada, em muitos casos. Lamentável. Gostaria que houvesse o mesmo respeito e conhecimento de causa quando forem falar dos cristão. Paz!!!
Creio que a nossa limitação é com relação aos conceitos, família é uma coisa, laços familiares é outra.
A natureza permite chamar família somente a casais de sexos opostos. Por que hei de ir contra a sábia natureza? Isso é o natural, o demais é pura invenção.
A natureza “permite”? Hã? Desde quando? Família é um construto social humano, cuja natureza varia ao longo das eras.
Da onde você tirou isso? Ha ha ha ha…. Isso ensinaram para você os marxistas ateus na faculdade? Pois saiba que antes de existir a sociedade para criarem esse tal “construto social” existiu primeiro uma família e ela estava composta de homem e mulher.
Antes disso, existiam os ajuntamentos humanos, meramente ocupados com sua própria sobrevivência, poligamos e promíscuos pelos critérios de hoje – e, com certeza, não eram católicos ou evangélicos. A ideia de família e seus “valores” a que vc se refere é construção recente, em termos históricos. Nada a ver com materialismo dialético – simplesmente um fato histórico. E, de novo, a natureza nada permite ou veta – quem faz isso são as sociedades.
E, amigo, a roda não gira para trás. Lamento.
Muito bom esse projeto, não me lembro de ter estudado partidos quando estava no primário e quando terminei o ensino médio ja agora na faculdade alguns Professores tentam fazer isso. Hoje muitos professores estão fazendo salas de aula palanque para partidos políticos, e isso não pode acontecer, e muitas outras coisas que estão querendo que as famílias engulam sem sequer consultar os Pais, isso é papel do Pai e da Mãe. Na minha época a Escola ensinava Português, Matemática, Geografia e etc, não coisas de partidos políticos ou sei la o que mais que estão a todo custo tentando colocar na cabeça das nossas crianças.
Se isso é retrocesso quero continuar retrocedendo.
Parabéns por essa iniciativa Deputada Sandra Faraj.
… Só sei que tem muito “papai” religioso arrebitadinho dando voltinha no parque e os filhinhos e esposa rezando…
“Retrocesso é não defender a família”. Se a família precisa ser “defendida” meramente por existirem leis que reconhecem a igualdade do status jurídico das diferentes modalidades de união, é porque a família já acabou há muuuuuito tempo.
Se seu sistema de valores nada mais é que uma forma velada de preconceito, faça o seguinte: viva a SUA vida assim, sem querer proibir os outros de serem felizes ou formarem as suas famílias. Não queira impedir outros tipos de arranjo familiar, até porque você não conseguirá. Qualquer projeto de lei como esse da deputada é letra morta. A roda não gira para trás, para tristeza e desespero dos preconceituosos.
E antes que alguém queira dizer que não concordar com famílias homoafetivas é um direito seu e parte da democracia, já aviso: NÃO É! Democracia não é o direito de oprimir minorias e expressar preconceitos.
quando dois homens ou duas mulheres gerarem filhos normais ai vem falar comigo.
E qdo um homem e uma mulher gerarem filhos anormais, devo falar também? O próprio uso da palavra normal já deixa claro seu preconceito. Direito seu de viver assim, só não queira ditar a vida alheia… Até porque você não tem como. Lamento ter de dizer que sua crença foi atropelada pela realidade. Famílias de homossexuais vão existir sempre, independentemente de sua opinião a respeito. Deixe as pessoas serem felizes. Ocupe-se da sua vida. Viva em paz.
Desde os primórdios até pouco tempo o normal era “o macaco comer a banana, atualmente, a banana é que esta comendo o macaco”.
Me pergunto quantos que aqui discutem viram a entrevista na íntegra… Eu vejo pontos positivos e negativos na fala da deputada. Também me preocupo muito com as crianças, tão vulneráveis, já tão estimuladas a uma sexualidade precoce pela TV e Internet… Temo que, em nome do combate ao preconceito e contando, muitas vezes, com profissionais despreparados, a escola acabe antecipando nas crianças uma “necessidade” de se questionar ou categorizar como homossexuais ou heterossexual, quando muitas ainda gostariam de estar brincando de carrinho ou boneca…
A questão da ideologia de gêneros nas escolas também me preocupa.