Por Samanta Sallum
A Câmara Brasileira da Economia Digital (“camara-e.net”), associação que representa empresas do setor, se manifestou sobre o PL nº 2338/2023, referente à regulação da Inteligência Artificial (IA) no país. Segundo a entidade, embora tenha havido avanços em relação à redação original, ainda é necessário realizar melhorias no texto que “assegure os direitos dos cidadãos brasileiros, sem impedir ou engessar a inovação.”
“A camara-e.net compreende a importância da discussão em torno da regulação da inteligência artificial no Brasil. No entanto, vemos com preocupação o processo acelerado com o qual vem acontecendo os últimos debates, que trouxeram novos pontos de potencial impacto no desenvolvimento da tecnologia e inovação do país. O atual projeto não traz uma distribuição clara do excessivo custo de conformidade para aplicações de inteligência artificial com diferentes riscos”, aponta Leonardo Elias, presidente da camara-e.net.
Entre as preocupações destacadas:
● Insegurança Jurídica: O texto é genérico em diversos pontos, terceiriza ao Poder Executivo a definição de questões críticas e posterga decisões importantes sobre governança regulatória.
● Inspiração no modelo Europeu e Aventura Regulatória: O texto, aplicável a virtualmente todas as áreas da economia brasileira, apresenta-se como mais gravoso do que a norma europeia (notoriamente rigorosa), sem considerar que a indústria e a economia europeias são profundamente diferentes da realidade brasileira e (a norma europeia sequer foi testada na prática, logo seus efeitos (de curto, médio e longo prazos) não são conhecidos nem previsíveis. Na prática, o Brasil terá a regulação de IA mais restritiva do mundo, inclusive proibindo soluções de IA generativa.
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