Malharia do DF usa tecidos tecnológicos para a saúde do corpo

Compartilhe

Por Samanta Sallum

A Fabrika Malharia foi a primeira empresa brasiliense a usar tecidos tecnológicos em sua linha de produção. A marca utiliza materiais que protegem contra os raios ultravioletas e repelem água, além de tecidos anticelulite. Nele, o fio contém minerais com capacidade de absorver o calor corporal e transformá-lo em raios infravermelhos, que conseguem melhorar a circulação de sangue na região, reduzindo a celulite e a fadiga muscular.

Preocupação ambiental

Além do uso da tecnologia, a empresa se preocupa com o meio ambiente e tem como preceito produzir roupas para durar. “Estamos constantemente olhando para o futuro e procurando novas formas de sustentabilidade”, conta Ana Paula Bomfim, que é sócia da mãe, Ana, no negócio. A marca foi criada em 2006, em Planaltina, passou pelo Lago Norte e agora tem loja na 113 Norte.

Poliéster reciclado de garrafas PET

A malharia preza por parcerias com fornecedores que tenham certificações como manter condições dignas de trabalho e que evitem o descarte de produtos químicos na natureza. Uma outra ação é o uso da fibra de poliéster reciclado, material feito a partir de garrafas PET, permitindo a fabricação de um produto leve, macio e sustentável.

O resultado disso tudo é um equilíbrio entre o tecnológico e o manual, o luxo e a simplicidade. Tudo regido pelo consumo consciente.

Agentes Locais de inovação pelo Sebrae

A Fabrika é uma das pequenas empresas beneficiadas pelo programa ALI (Agentes Locais de Inovação), desenvolvido pelo Sebrae cujo objetivo é estimular micro e pequenos empresários a abraçar práticas inovadoras. “Se não fosse o trabalho do Sebrae, estaríamos paradas no tempo. Sabíamos que era preciso ter conhecimento para empreender e que no Sebrae encontraríamos esse apoio”, afirma Ana Paula.

Máscaras cirúrgicas

Durante a pandemia, surgiu a oportunidade de ser solidário e ajudar profissionais de saúde no enfrentamento da pandemia. A Fabrika abraçou proposta do HUB e da UnB e produziu máscaras cirúrgicas para centenas de profissionais de saúde que estavam na linha de frente do combate ao coronavírus. Após realizar a ação e com a retomada das atividades sendo permitida, a marca começou a fabricar capotes, mais máscaras e demais vestimentas utilizadas em hospitais.

Nova loja

Ana Paula e sua mãe abriram, em dezembro, o ponto de venda físico da marca, na 113 Norte, e logo receberam da Fecomércio/DF e da Fibra o selo de Estabelecimento Responsável.

samantasallum

Posts recentes

  • Coluna Capital S/A

“Punir uma instituição que foi vítima de maus gestores é um equívoco; é punir os correntistas”, afirma Galípolo

Presidente do Banco Central, nos bastidores, queria a ajuda do governo federal para salvar BRB;…

3 dias atrás
  • Coluna Capital S/A

Roberta Miranda, Padre Fábio de Melo e Araketu participam da Semana MEI no DF

Por SAMANTA SALLUM  Dos 271 mil Microempreendedores Individuais que atuam na capital federal, 40% enfrentam…

5 dias atrás
  • Coluna Capital S/A

Taxa das blusinhas deixa Alckmin de saia-justa

Comércio e indústria nacional se sentem traídos por presidente Lula. O vice Geraldo Alckmin, que…

6 dias atrás
  • Sem categoria

Empresa do DF é a 3ª do país com maior faturamento no setor de atacado

Atacadão SP lidera ranking com faturamento de R$ 89 bilhões. Veja lista  Por SAMANTA SALLUM …

6 dias atrás
  • Coluna Capital S/A

“Diretor da Anvisa que cuida de suspensão foi indicado pelo governo Bolsonaro”, diz Padilha sobre caso Ypê

Decisão de suspender venda de produtos da Ypê trouxe à tona acirrada disputa política e comercial no…

2 semanas atrás
  • Coluna Capital S/A

STF derruba lei do DF que restringia portarias virtuais em condomínios

Cerca de 800 condomínios já utilizam o sistema na capital  Por SAMANTA SALLUM  O plenário…

2 semanas atrás