Crédito: Agência Brasília
O gás é insumo importantíssimo para a produção de diversos produtos, do aço à aspirina. O gás natural é o principal insumo para a produção de fertilizantes.
A Presidência da República está convidando senadores para reuniões no Palácio do Planalto. O assunto: convencê-los a aprovar o PL 4476/2020, sobre a abertura do mercado do gás.
O texto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e deve entrar na pauta do Senado na próxima semana. O projeto tem apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Retomada na crise
O governo federal afirma que a nova lei do gás é uma alavanca para reindustrializar o país. E que pode gerar 4 milhões de empregos em 10 anos.
Meio ambiente
O aumento da oferta competitiva de gás vai viabilizar seu uso para a geração de energia elétrica, com impacto positivo na economia, segundo o Executivo.
Isso significará energia com menor custo e mais limpa: a queima do gás natural emite, em média, 27% menos de CO2 que combustíveis líquidos (diesel, gasolina e óleo combustível) e 45% menos de CO2 que o carvão.
Saída para a crise
“A abertura do mercado à competição e a queda do preço do gás natural de forma consistente são cruciais para o país superar a grave crise provocada pela Covid-19. Com oferta e tarifas adequadas às demandas da indústria, o Brasil terá melhores condições para atrair investimentos, enfrentar a acirrada concorrência externa, retomar o crescimento econômico e criar empregos no pós-pandemia”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
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