{"id":5739,"date":"2017-08-17T10:01:49","date_gmt":"2017-08-17T13:01:49","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/vicente\/?p=5739"},"modified":"2017-08-17T13:02:49","modified_gmt":"2017-08-17T16:02:49","slug":"desemprego-cai-um-ponto-no-distrito-federal-de-141-para-131","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/vicente\/desemprego-cai-um-ponto-no-distrito-federal-de-141-para-131\/","title":{"rendered":"Desemprego cai um ponto no Distrito Federal, de 14,1% para 13,1%"},"content":{"rendered":"<h2>Em meio a tantas not\u00edcias ruins, vale comemorar: o desemprego no Distrito Federal recuou um ponto percentual no segundo trimestre deste ano ante os primeiros tr\u00eas meses, de 14,1% para 13,1%. Com isso, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o DF passou a ter um \u00edndice de desocupa\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3ximo \u00e0 m\u00e9dia do pa\u00eds, de 13%.<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A queda no desemprego no Distrito Federal foi puxada, sobretudo, pelo com\u00e9rcio, que, aos poucos, est\u00e1 voltando a criar vagas. A melhora do mercado de trabalho, contudo, est\u00e1 sendo lenta, devido aos efeitos da mais grave recess\u00e3o da hist\u00f3ria, na qual o pa\u00eds mergulhou no fim de 2014.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em tr\u00eas estados, o desemprego aumentou. A maior taxa de crescimento foi em Pernambuco, onde o \u00edndice de desocupa\u00e7\u00e3o saltou de 17,1% para 18,8%, o n\u00edvel mais elevado do pa\u00eds. Em Alagoas, a taxa passou de 17,5% para 17,8%. E, no Rio de Janeiro, de 14,5% para 15,6%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Das cinco regi\u00f5es do Brasil, houve, na m\u00e9dia, recuo do desemprego. Mas a situa\u00e7\u00e3o continua preocupante no Nordeste, onde o \u00edndice de desocupa\u00e7\u00e3o est\u00e1 em 15,8% (era de 16,3% no primeiro trimestre). No Centro Oeste, a taxa baixou de 12% para 10,5%. No Norte, de 14,2% para 13,6%. No Sudeste, de 14,2% para 13,6%. O Sul continua com o menor desemprego, com o \u00edndice cedendo de 9,3% para 8,4%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo os especialistas, ainda n\u00e3o h\u00e1 muito o que comemorar, pois os dados do IBGE levam em conta a informalidade. Ou seja, mesmo sem carteira assinada, o trabalhador que estiver com alguma atividade entra no c\u00e1lculo, criando uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de melhora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Eles chamam ainda a aten\u00e7\u00e3o para o que o IBGE define como\u00a0subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, que passou de 24,1%, no 1\u00ba trimestre do ano, para 23,8% no 2\u00ba. O maior \u00edndice est\u00e1 no Nordeste, onde 34,9% dos trabalhadores est\u00e3o sem trabalho ou ganham menos do que necessitam. Piau\u00ed (38,6%), Bahia (37,9%) e Maranh\u00e3o (37,7%) s\u00e3o as unidades da Federa\u00e7\u00e3o com as maiores taxas de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Bras\u00edlia, 10h01min<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meio a tantas not\u00edcias ruins, vale comemorar: o desemprego no Distrito Federal recuou um ponto percentual no segundo trimestre deste ano ante os primeiros tr\u00eas meses, de 14,1% para 13,1%. 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