POR ANTONIO TEMÓTEO
Técnicos envolvidos na reestruturação do Banco do Brasil dizem que todas as mudanças anunciadas hoje, com extinção de diretoria e mudanças de diretores, são questão de sobrevivência. O banco perdeu muita competitividade nos últimos anos e sua rentabilidade média caiu à metade, de cerca de 14% para 7% ao ano.
A meta do presidente do BB, Paulo Rogério Caffarelli, é cortar em pelo menos 18 mil o número de funcionários por meio de um plano de demissão voluntária (PDV). Para ele, é inconcebível que o maior banco do país esteja tão distante de seus concorrentes privados em termos de rentabilidade.
Muito da perda de competitividade do BB decorre do uso da instituição durante os governos petistas para promover políticas equivocadas de crédito. Os ganhos da instituição despencaram.
Brasília, 19h01min


20 thoughts on “Enxugamento do Banco do Brasil é questão de sobrevivência”
Esse blog posta muita notícia fantasiosa, aff
Tudo tem seu preço…
E daí mermao, que tem isso
É Mentira, os lucros do BB são maiores a cada semestre. é uma mentira deslavada desse governo sórdido. Eu trabalho no BB a 16 anos. MENTIRA.
“políticas equivocadas de crédito” que chamam é ser parceiro da agricultura familiar e do financiamento da casa própria.
MENTIRA MENTIRA MENTIRA MENTIRA
Vc conferiu o indicador que ele usou no texto? O retorno sobre o patrimônio realmente caiu forte nos últimos semestres, o BB vem perdendo competitividade há algum tempo. Há uns poucos anos estávamos num patamar bem mais próximo do Bradesco. O lucro nominal só não caiu mais por conta de fatores extraordinários, como o IPO da BB Seguridade em 2013 e venda de parte da operação de Cartões recentemente.
Concordo que o termo “políticas equivocadas de crédito” realmente é demais, pois no geral a política é boa e sólida; os principais fatos negativos foram que o BB tomou uma porrada de PCLD por conta de recuperação judicial da Oi e de inadimplência empresas ligadas indiretamente à Petrobrás, além da crise que afeta a inad geral da carteira.
Concordo com você Marcelo.
Realmente o ultimo parágrafo diz respeito a uma opinião do jornalista, fato que macula a credibilidade da notícia, uma vez que o papel seria de informar e não de mencionar opiniões próprias e, ainda mais, equivocadas.
Vocês estão deixando passar ao largo algo muito importante. A grande sustentação do BB nas últimas décadas foi a Previ, até a vergonhosa Resolução 26, isto sem falar no criminoso Acordo/97. Com a Previ em maus lençóis, e o BB não podendo mais “mamar” na teta eterna, não lhes parece uma certa coincidência o BB anunciar cortes? Esquecem também que o banco tem ações em bolsa e grandes investidores pressionando a classe política por possíveis perdas futuras em seus investimentos? Ora minha gente, a discussão de vocês é “micro”, quando o problema é “macro”. Nunca deixando de lado o Basileia III, que é para 2018 a data limite.
Meu amigo, com 16 anos de casa você é um jovem. Vende o peixe que lhe venderam. Aconselho se informar mais da história dessa instituição, principalmente depois da re-fundação da Previ em 67. Leia as lideranças do nosso meio, gente com 60, 70, 80, 90 anos de idade, que lhe mostrarão uma realidade diversa. Por outro lado, fique esperto, porque o alvo dos PDVs é sempre quem tem entre 15 e 20 anos de casa.
Não meu jovem, “políticas equivocadas de crédito” são aquelas concedidas sob influência política, uma praga da qual o BB nunca se livrou. Vide usineiros, grandes coronéis do Nordeste, que levaram dinheiro aos montes e nunca pagaram. Vide grandes produtores rurais ligados ao Congresso Nacional, que usavam o dinheiro da União indiretamente via BB e também nunca pagaram. Sinceramente meu jovem, da missa você não sabe a metade. Enquanto vocês lutam nas agências por lucratividade, a torneira está aberta do outro lado para os parasitas de sempre. Por enquanto a Previ salvou, mas agora quebrada, sem condições de cumprir sequer seus compromissos com benefícios futuros a fonte secou. Daí a grande necessidade de tomar medidas saneadoras, que você pode ter certeza, vão estourar no funcionalismo, nunca no Tesouro Nacional. Escreva isto aí e me cobre futuramente. Mas sinceramente eu rezo para estar errado, porque já ví muita gente vestindo a mesma camiseta que você veste hoje passando fome depois de demitido e sendo discriminado pelo antigo empregador, inclusive proibido de entrar nas agências, descartados como se fossem leprosos prontos para contaminar os que ficaram. Que Deus te ajude nesta nova investida do banco sobre seus funcionários. Boa sorte!
Acho que você está um pouco atrasado.
Concordo
Será que estão arrumando a casa para uma provável privatização?
Correto
Franklin, está difícil saber o que cai antes: o BB ou a credibilidade deste blog.
Buenas, tenho “só” trinta e oito anos na casa e ainda estou na ativa. Primeira questão, é curioso esse blog de uma hora para outra ter tanto interesse no BB. Como dizem em Brasília jacaré não dá em árvores. O BB é um banco público e deve funcionar como tal. Bancos privados não sao modelos pra nada. Foram os causadores da crise de 2008 e no Brasil quando quebram o estado e a sociedade pagam por sua incompetência. É o mote privatizador desse governo ilrfitmi botando as garras pra fora. Parabéns camisas Nike…..
Esse blog aumenta e inventa
Provalvelmente o governo está usando essa mentira p privatizar o banco a preço d banana.
Tem alguém que lê o Correio Braziliense? Apoiador de nomes como José Roberto Arruda, Roriz e todos os picaretas que andaram por aqui. Cheguei aqui pelo interesse na matéria, vista no Facebook. Ora, ora, se a questão for apenas financeira, vamos comercializar cocaína, pois é um negócio muito mais rentável. Em 2008/9, como dito aqui nos posts, quem anulou a crise foram os bancos públicos, ofertando crédito, enquanto os bacanas fecharam as torneiras. Vejam como poderia ter sido ruim a vida dos comerciantes, empresários etc. Lembremos que a crise que assolou os EEUU custou ao governo norteamericano mais de US$ 1 trilhão. Que legal! Injetar dinheiro nos bancos privados é legal. No público, não. Fechamos. Esse filme é antigo, sem graça e sem final feliz.
A grande questão é o tipo de PDV qye serå feito. Serå feito um PDV de verdade, com indenizções de valores altos para encorajar e dar uma saída digna aos funcionários queiram sair por conta própria e tocarem outros projetos pessoais? Se for assim, sairão muitos e com relativa facilidade. Ou será um PDV de fachada, feito à base de assédio-moral, descomissionamentos, transferências e outras pressões diversas escondidas sobre o cinismo do “não haverão demissões”? Ou eu muito me engano, mas estão preparando a segunda opção, como sempre fazem, por isso mesmo não conseguirão a adesão desejada e será um processo difícil e brigado.
Não sou funcionário do Banco do Brasil, mas, embora não tenham me pedido, me atrevo a dar uma opinião : EU NÃO SAIRIA. A menos que já tivesse tempo para me aposentar ou que já estivesse administrando um negócio pessoal que JÁ ESTIVESSE DANDO CERTO. Caso contrário, REAFIRMO : EU NÃO SAIRIA.
Conheci MUITA gente, mas muitos mesmo, que aderiram a essas balelas no passado e se arrependeram amargamente. Uns NUNCA MAIS conseguiram arranjar emprego e outros pegaram o dinheiro das indenizações, montaram negócios e deram com os burros n´água. Portanto EU NÃO SAIRIA. Boa sorte !