O Batman de Christian Bale (2005) vs o Batman de Robert Pattinson (2022)

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Pelo pouco do que você tenha lido ou assistido sobre o personagem, deve ter notado que as histórias sobre o assassinato envolvendo os pais do mesmo, acabaram determinando seu destino para se tornar o Batman. No cinema esse acontecimento já havia sido noticiado pela versão do Batman (1989) de Tim Burton, com o Coringa sendo o assassino para criar um contexto mais dramático.

Em Batman Begins (2005), Bruce se sente culpado pela morte dos pais, vivendo um misto de impotência e raiva que o domina pela infância, adolescência e início de vida adulta. Sua amiga Rachel (futuro colóquio amoroso) se preocupa com a sede de ódio que o domina e isso faz com que ela o repreenda. O rapaz, percebendo um egoísmo excessivo de sua parte e vendo a podridão existente no submundo de Gotham (sua cidade) decide partir em uma jornada com o objetivo de sair da sua bolha e entender qual a verdadeira face do mundo ao qual pertence e conhecer o seu verdadeiro “eu”, trabalhando a força do nome de sua família.

Essa viagem é interessante do ponto de vista narrativo, pois temos nos primeiros minutos do filme, a existência de uma mini “Jornada do Herói”, ou melhor, “Jornada do Bruce” que prepara o terreno para quase na metade do longa, entrarmos na “Jornada do Batman”. Quando se coloca as duas caminhadas em ação, os ideais do personagem se tornam bem críveis e com isso, a história vai para um patamar muito forte de interação com o espectador.

O objetivo do Diretor em criar um herói mais humano fica evidente quando somos apresentados aos títulos da trilogia, pois “Batman – O início” nos força a entender que veremos um movimento a partir de uma origem, e não estamos falando de uma introdução em cinco minutos para rapidamente ir à pancadaria. Nolan percebe a necessidade de formar o caráter do Bruce Wayne antes de se direcionar a justiça presente em Batman.

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O Batman de Christopher Nolan (2005) e a revolução nos filmes de heróis