{"id":19893,"date":"2021-06-24T16:22:07","date_gmt":"2021-06-24T19:22:07","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/?p=19893"},"modified":"2021-06-24T16:22:07","modified_gmt":"2021-06-24T19:22:07","slug":"seis-em-cada-dez-consumidores-sofreram-algum-tipo-de-fraude-financeira-nos-ultimos-12-meses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/seis-em-cada-dez-consumidores-sofreram-algum-tipo-de-fraude-financeira-nos-ultimos-12-meses\/","title":{"rendered":"Seis em cada dez consumidores sofreram algum tipo de fraude financeira nos \u00faltimos 12 meses,"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Levantamento de CNDL\/SPC Brasil indica crescimento de 28% na incid\u00eancia de fraudes em compara\u00e7\u00e3o com 2019. Preju\u00edzo aos internautas \u00e9 de R$ 2,7 bilh\u00f5es. Pagar e n\u00e3o receber o produto \u00e9 a ocorr\u00eancia mais comum\u00a041%) e tamb\u00e9m e aquisi\u00e7\u00e3o de produtos ou servi\u00e7os diferentes das informa\u00e7\u00f5es especificadas pelo vendedor (41%), al\u00e9m de clonagem de cart\u00e3o de cr\u00e9dito ou d\u00e9bito (24%)<\/strong><\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-large wp-image-19895\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-content\/uploads\/sites\/10\/2021\/06\/FRAUDES-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" \/><\/p>\n<p>A pandemia da covid-19 representou uma verdadeira transforma\u00e7\u00e3o nos h\u00e1bitos de consumo da popula\u00e7\u00e3o. Com as medidas de restri\u00e7\u00e3o de funcionamento dos estabelecimentos comerciais e tamb\u00e9m de circula\u00e7\u00e3o das pessoas nas ruas, a popula\u00e7\u00e3o se viu obrigada a buscar os meios digitais para realizar boa parte de suas compras.<\/p>\n<p>Com o crescimento das compras online, houve tamb\u00e9m um importante aumento nas fraudes pela internet no Brasil. De acordo com pesquisa realizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae, 59% dos internautas sofreram algum tipo de fraude financeira no Brasil nos \u00faltimos 12 meses, o que representa aproximadamente 16,7 milh\u00f5es de brasileiros lesados. Um crescimento de 28% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa de 2019. De acordo com o levantamento, 51% das v\u00edtimas s\u00e3o mulheres, 49% s\u00e3o homens e 56% pertencem \u00e0 classe C contra 44% na classe A\/B.<\/p>\n<p>Considerando o ranking das fraudes investigadas, est\u00e3o entre as 5 principais apontadas pelos entrevistados: n\u00e3o receber por um produto ou servi\u00e7o que comprou (41%), aquisi\u00e7\u00e3o de produtos ou servi\u00e7os que veio diferente das informa\u00e7\u00f5es especificadas pelo vendedor (41%), clonagem de cart\u00e3o de cr\u00e9dito ou d\u00e9bito (24%), golpes por meio de liga\u00e7\u00e3o, e-mail, SMS ou WhatsApp informando que a v\u00edtima tinha direito a receber um dinheiro, e para conseguir a quantia, deveria fornecer dados pessoais e banc\u00e1rios, al\u00e9m do pagamento de honor\u00e1rios (17%) e pagamento de falsa cobran\u00e7a por meio de dep\u00f3sito, boleto falsificado ou adulterado (15%).<\/p>\n<p>Entre os internautas que ca\u00edram nesse tipo de golpe, as cobran\u00e7as mais citadas vieram, supostamente, de lojas e empresas (44%); de bancos e financeiras (26%); de servi\u00e7os de TV por assinatura e\/ou internet (24%); e de telefonia fixa ou m\u00f3vel (9%). At\u00e9 mesmo contas b\u00e1sicas foram citadas, como as de luz (6%) e \u00e1gua (3%).<\/p>\n<p><strong>Seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do presidente da CNDL, Jos\u00e9 Cesar da Costa, \u00e9 importante que consumidores, empresas e poder p\u00fablico se unam por um debate mais amplo e por medidas que tragam mais seguran\u00e7a para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO estudo mostra que a perda de documentos e o fornecimento inadvertido de dados, sobretudo atrav\u00e9s de atualiza\u00e7\u00f5es cadastrais, e-mail, mensagens instant\u00e2neas ou chamadas telef\u00f4nicas, s\u00e3o alguns dos fatores que antecederam o golpe e podem ter sido a porta de entrada dos criminosos. Entendendo que o processo de digitaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os financeiros \u00e9 irrevers\u00edvel, e que traz consigo um grande potencial econ\u00f4mico, o prop\u00f3sito do estudo \u00e9 ensejar a conscientiza\u00e7\u00e3o dos consumidores e empres\u00e1rios, e mobilizar o debate p\u00fablico sobre o assunto\u201d, destaca Costa.<\/p>\n<p><strong>Eletr\u00f4nicos e vestu\u00e1rio lideram a lista de itens n\u00e3o recebidos. Marketplace \u00e9 principal canal de venda fraudulenta<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, 39% dos entrevistados que compraram algum item e n\u00e3o receberam mencionaram ter feito o pagamento por cart\u00e3o de cr\u00e9dito e 28% apontaram que a empresa era de fachada em site ou perfil de rede social falso, criada apenas com o intuito de aplicar o golpe. Um quinto dos que tiveram esse problema (21%) ainda mencionaram o extravio do produto, sem que a empresa respons\u00e1vel fizesse a reposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A respeito do local onde as compras foram realizadas, 40% mencionaram sites de lojas que vendem produtos diversos (os chamados marketplaces). Vale destacar que esse percentual recuou 26 pontos percentuais na compara\u00e7\u00e3o com 2019 (67%). J\u00e1 os sites de lojas espec\u00edficas foram citados por 28% dos entrevistados, seguidos de perfis de empresa em rede social (23%).<\/p>\n<p>Na listagem dos produtos n\u00e3o recebidos, os eletr\u00f4nicos mantiveram o destaque j\u00e1 observado em 2019. Esses produtos foram citados por 30%. Roupas, sapatos e acess\u00f3rios foram citados por 25% dos entrevistados, cosm\u00e9ticos e perfumaria por 14% e os eletrodom\u00e9sticos por 12%.<\/p>\n<p>O valor perdido com os produtos n\u00e3o recebidos chegou a R$ 140, em m\u00e9dia, sendo que para 46% ficou abaixo de R$ 100; 6% citaram fraudes com produtos acima de R$ 800.<\/p>\n<p><strong>Falso agenciamento de empregos \u00e9 o principal servi\u00e7o contratado, mas n\u00e3o realizado<\/strong><\/p>\n<p>Em tempos de interesse crescente pelo tema dos investimentos e de surgimento de novos ativos, como as criptomoedas, 14% foram vitimados com a perda de dinheiro em investimentos fraudulentos, como golpe das a\u00e7\u00f5es ou fundo de aposentadoria e esquemas de pir\u00e2mide financeira.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, 13% dos entrevistados relataram que o seu nome foi usado para a compra de itens ou contrata\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os por terceiros, a partir de documentos falsos, perdidos ou roubados. Para aqueles que foram surpreendidos com a contrata\u00e7\u00e3o de produtos em seu nome, as linhas de telefone celular foram o tipo de contrata\u00e7\u00e3o mais citado, destacada por 27% dos entrevistados.<\/p>\n<p>A contrata\u00e7\u00e3o de internet registrou queda de 10 pontos percentuais no n\u00famero de cita\u00e7\u00f5es na compara\u00e7\u00e3o com 2019, passando de 29% para 19% em 2021. O servi\u00e7o de TV por assinatura foi mencionado por 15%. Tamb\u00e9m houve contrata\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito no nome dos entrevistados: empr\u00e9stimos, credi\u00e1rio e financiamentos foram citados por, respectivamente, 13%, 11% e 7% dos que sofreram esse tipo de fraude.<\/p>\n<p>A clonagem do n\u00famero de celular e da conta de WhatsApp para solicitar dinheiro aos parentes e amigos das v\u00edtimas foi mencionada por 11%. Outros 11% relatam transa\u00e7\u00f5es financeiras como saques, pagamentos ou transfer\u00eancias na conta banc\u00e1ria sem a autoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Da mesma forma que alguns bens n\u00e3o chegaram aos compradores, alguns servi\u00e7os pagos n\u00e3o foram realizados: 12% mencionaram esse tipo de fraude. Entre esses consumidores, a ocorr\u00eancia que mais se destacou foi o falso agenciamento de emprego, citado por 26%. Em seguida, aparecem os servi\u00e7os de limpeza de nome sujo (23%) e de renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvida (17%). Ag\u00eancias de viagem e promotores de festa foram citados por, respectivamente, 11% e 9%.<\/p>\n<p>\u201cEm tempos de crise, o desemprego aumenta e o endividamento das fam\u00edlias sobe, fazendo com que aumente tamb\u00e9m a procura por servi\u00e7os de recoloca\u00e7\u00e3o profissional e de renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas, que se destacaram na pesquisa entre os servi\u00e7os contratados, mas n\u00e3o realizados. \u00c9 importante que o consumidor fique atento a promessas fora do \u201cnormal\u201d, sempre buscando informa\u00e7\u00f5es sobre as empresas contratadas. No caso de renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas, o ideal \u00e9 que se busque sempre os canais oficiais e procurar negociar diretamente com o credor, que tem todo o interesse de receber\u201d, destaca o presidente da CNDL.<\/p>\n<p>Aviso de mensagens para atualiza\u00e7\u00e3o ou confirma\u00e7\u00e3o de conta de e-mails ou redes sociais (28%), instala\u00e7\u00e3o de softwares desconhecidos no computador\/celular (16%) e perda documentos pessoais (13%) s\u00e3o os fatos que mais antecederam as fraudes ocorridas.<\/p>\n<p>Entre os que sofreram algum preju\u00edzo financeiro por conta da fraude, considerando os custos incorridos para a resolu\u00e7\u00e3o do problema e as perdas ocasionadas pela pr\u00f3pria fraude, o valor m\u00e9dio do preju\u00edzo foi de R$ 512,4, sendo que 20% mencionaram um valor acima de R$ 800. Com esses valores, estima-se que o preju\u00edzo decorrente de fraudes financeiras sofridas no universo dos internautas brasileiros chegou a R$ 2,7 bilh\u00f5es, inclu\u00eddos os gastos na busca de repara\u00e7\u00e3o do problema.<\/p>\n<p>De acordo a pesquisa, 65% conseguiram recuperar ao menos uma parte do que perdeu, sendo que 43% recuperaram todo o valor. Esse percentual cresceu 11 pontos percentuais na compara\u00e7\u00e3o com o observado em 2019 (32%).<\/p>\n<p><strong>Depois da fraude: 29% ainda n\u00e3o solucionaram o problema. 19% dos internautas ficaram com o nome sujo<\/strong><\/p>\n<p>Uma vez ocorrida a fraude, 27% conseguiram resolver o problema em menos de um m\u00eas, enquanto 24% levaram entre 1 m\u00eas e seis meses para resolver a situa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m desses, 7% resolveram num prazo entre 7 a 12 meses, e 29% ainda n\u00e3o conseguiram resolver.<\/p>\n<p>A pesquisa ainda aponta que 29% n\u00e3o tomaram nenhuma medida para solucionar o caso. Entre os principais motivos para a in\u00e9rcia, esses consumidores citam a baixa expectativa de que conseguiriam resolver o problema (45%); o fato de n\u00e3o saberem como faz\u00ea-lo (29%); e a escolha de n\u00e3o ter mais preocupa\u00e7\u00f5es com o assunto (19%).<\/p>\n<p>Por outro lado, as principais medidas para solucionar a fraude foram o contato com o banco e administradora de cart\u00e3o (27%); a negocia\u00e7\u00e3o com a empresa, pessoa ou institui\u00e7\u00e3o financeira para reaver valores ou reparar danos (18%); a abertura de boletim de ocorr\u00eancia na pol\u00edcia (16%). A procura de \u00f3rg\u00e3o de defesa do consumidor foi citada por 12%.<\/p>\n<p>Entre as maiores dificuldades enfrentadas para solucionar o problema, a mais citada pelas v\u00edtimas de fraude foi a perda de tempo, lembrada por 45%. Em seguida, apareceram a burocracia para mostrar que a v\u00edtima estava com a raz\u00e3o (27%); a perda de dinheiro (26%); e a falta de conhecimento sobre quem poderia resolver o caso (20%).<\/p>\n<p>N\u00e3o bastasse a perda de dinheiro, alguns ainda tiveram que lidar com o constrangimento de ficar com o nome sujo em raz\u00e3o da fraude. Segundo a pesquisa, 19% dos internautas v\u00edtimas de fraude foram inclu\u00eddos nos cadastros de devedores, sendo que 12% conseguiram resolver e 7% ainda permanecem com restri\u00e7\u00e3o no nome.<\/p>\n<p>Os danos tamb\u00e9m s\u00e3o emocionais: 47% relataram ter sofrido stress por causa da fraude. Al\u00e9m disso, 15% citaram a perda de tempo; 14% mencionaram ajustes no or\u00e7amento para cobrir os preju\u00edzos e 11% relataram depress\u00e3o, ansiedade e outros problemas psicol\u00f3gicos, al\u00e9m da dificuldade para conseguir cr\u00e9dito (10%).<\/p>\n<p>9<strong> em cada 10 consumidores t\u00eam dificuldade para se proteger de fraudes<\/strong><\/p>\n<p>Mesmo com o aumento de alertas e de maior acesso a informa\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a para que se evite cair em fraudes, 92% dos consumidores admitem dificuldades para se proteger contra esse tipo de crime, sendo as principais: saber se um site \u00e9 confi\u00e1vel para transa\u00e7\u00f5es financeiras (49%), saber identificar a veracidade de boletos (40%), n\u00e3o enviar dados banc\u00e1rios ou pessoais por e-mail, SMS ou WhatsApp (35%) e n\u00e3o compartilhar dados pessoais nas redes sociais (34%).<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, 62% dos entrevistados se consideram uma pessoa mais preparada para evitar esse tipo de crime ap\u00f3s ter sofrido uma fraude e 91% adotaram algum tipo de medida para evitar novas fraudes, sendo as principais: n\u00e3o responder a e-mails ou telefonemas que solicitam informa\u00e7\u00f5es pessoais e financeiras (39%), n\u00e3o abrir mensagens de pessoas desconhecidas ou suspeitas (37%), fazer compras somente em locais confi\u00e1veis (37%) e n\u00e3o compartilhar dados pessoais nas redes sociais (36%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento de CNDL\/SPC Brasil indica crescimento de 28% na incid\u00eancia de fraudes em compara\u00e7\u00e3o com 2019. 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Pagar e n\u00e3o receber o produto \u00e9 a ocorr\u00eancia mais comum\u00a041%) e tamb\u00e9m e aquisi\u00e7\u00e3o de produtos ou servi\u00e7os diferentes das informa\u00e7\u00f5es especificadas pelo vendedor (41%), al\u00e9m de clonagem de cart\u00e3o de cr\u00e9dito ou d\u00e9bito (24%) [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":27,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2719],"tags":[3829,16477,13524,874,17256,14050,1767,366,2576,2293,374,760,5093,2603,390,3914,2827,5153,4898,1807,1011,7605,7280,2882,1008,17255,4568,1518,10311,1668,5587,208,3976,7594,14556],"class_list":["post-19893","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-servidor","tag-cartao-de-credito","tag-clonagem","tag-cndlspc-brasil","tag-consumidores","tag-covid-19","tag-crediario","tag-credito","tag-crise","tag-debito","tag-desemprego","tag-dinheiro","tag-documentos","tag-eletronicos","tag-empregos","tag-empresas","tag-emprestimos","tag-endividamento","tag-estabelecimentos","tag-familias","tag-financeira","tag-fraudes","tag-golpe","tag-internautas","tag-internet","tag-investimentos","tag-pandemia","tag-piramide","tag-prejuizos","tag-produto","tag-saques","tag-sebrae","tag-seguranca","tag-transferencias","tag-vendedor","tag-vestuario"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19893","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/users\/27"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19893"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19893\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19896,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19893\/revisions\/19896"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19893"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19893"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19893"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}