{"id":190,"date":"2015-04-17T17:45:00","date_gmt":"2015-04-17T20:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/agu_evita_equiparacao_salarial_entre_juiz_federal_titular_e_substituto\/"},"modified":"2015-04-17T17:45:00","modified_gmt":"2015-04-17T20:45:00","slug":"agu_evita_equiparacao_salarial_entre_juiz_federal_titular_e_substituto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/servidor\/agu_evita_equiparacao_salarial_entre_juiz_federal_titular_e_substituto\/","title":{"rendered":"AGU EVITA EQUIPARA\u00c7\u00c3O SALARIAL ENTRE JUIZ FEDERAL TITULAR E SUBSTITUTO"},"content":{"rendered":"<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) reverteu senten\u00e7a e evitou que a  remunera\u00e7\u00e3o de ju\u00edzes federais substitutos fosse equiparada \u00e0 de  titulares. Os advogados p\u00fablicos demonstraram que a diferen\u00e7a de  vencimentos entre as duas categorias de magistrados est\u00e1 prevista na  Constitui\u00e7\u00e3o Federal.  <\/p>\n<p>No caso, a Associa\u00e7\u00e3o dos Ju\u00edzes Federais  da 1\u00aa Regi\u00e3o (Ajufe) ajuizou a\u00e7\u00e3o pedindo a equipara\u00e7\u00e3o da remunera\u00e7\u00e3o. Argumentando que n\u00e3o h\u00e1 distin\u00e7\u00e3o entre as atribui\u00e7\u00f5es  das duas categorias, a Justi\u00e7a Federal de primeira inst\u00e2ncia  determinou o pagamento das diferen\u00e7as aos ju\u00edzes federais substitutos,  independentemente de estarem ou n\u00e3o no exerc\u00edcio da titularidade plena. <\/p>\n<p>Entretanto,  a Coordena\u00e7\u00e3o Regional em Assuntos de Servidores P\u00fablicos (Cosep) da  Procuradoria-Regional da Uni\u00e3o da 1\u00aa Regi\u00e3o (PRU1) recorreu da senten\u00e7a.  A unidade da AGU afirmou que a Constitui\u00e7\u00e3o Federal prev\u00ea diferen\u00e7a nos  vencimentos entre as categorias dos magistrados, estabelecendo apenas  que esta n\u00e3o pode ser superior a 10% e inferior a 5%. <\/p>\n<p>Ressaltou  tamb\u00e9m que a distin\u00e7\u00e3o de remunera\u00e7\u00e3o entre ju\u00edzes titulares e  substitutos \u00e9 reconhecida como legitima pelos tribunais superiores. O  motivo \u00e9 o entendimento que a magistratura federal na primeira inst\u00e2ncia  \u00e9 composta por duas categorias: juiz federal titular e substituto,  cargo de ingresso na carreira por expressa determina\u00e7\u00e3o constitucional. <\/p>\n<p>Segundo  os advogados p\u00fablicos, essa previs\u00e3o leva em conta a distin\u00e7\u00e3o de  atribui\u00e7\u00f5es entre as classes, j\u00e1 que a titularidade de unidade  jurisdicional implica no exerc\u00edcio de atividades administrativas da  secretaria da vara federal e do gabinete. Al\u00e9m disso, \u00e9 o juiz titular  que responde perante os \u00f3rg\u00e3os de correi\u00e7\u00e3o pelo funcionamento,  resultados e metas a serem cumpridas. <\/p>\n<p>Acolhendo os argumentos  apresentados pela AGU no recurso, o Tribunal Regional Federal da 1\u00aa  Regi\u00e3o (TRF1) reverteu a senten\u00e7a. &#8220;A pr\u00f3pria Constitui\u00e7\u00e3o diferencia  juiz federal substituto e titular, n\u00e3o havendo como conceder remunera\u00e7\u00e3o  equiparada quando o juiz federal substituto n\u00e3o estivesse no exerc\u00edcio  da titularidade&#8221;, diz trecho da decis\u00e3o. <\/p>\n<p>A PRU1 \u00e9 unidade da Procuradoria-Geral da Uni\u00e3o, \u00f3rg\u00e3o da AGU. <\/p>\n<p>Ref.: Processo n\u00ba 0044259-18.2000.4.01.0000 &#8211; TRF1. <\/p>\n<p>Bras\u00edlia, 17h44min   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) reverteu senten\u00e7a e evitou que a remunera\u00e7\u00e3o de ju\u00edzes federais substitutos fosse equiparada \u00e0 de titulares. 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