Ultimate beastmaster: reality da Netflix deve ser apreciado com moderação

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A Netflix está oficialmente no negócio de fazer reality shows. Com Ultimate beastmaster, um programa em que atletas com habilidades das mais variadas competem entre si, o serviço de streaming amplia seu catálogo e começa a explorar uma nova área.

Ultimate beastmaster, produzido por Sylvester Stallone, reúne 108 atletas de seis países diferentes para batalhar pelo primeiro lugar. Eles precisam superar uma série de desafios que testam força, agilidade e muitas outras técnicas, em uma arena de 200 metros de comprimento: a besta. Mas como a Netflix sempre quer fazer as coisas de um jeito diferente, um aspecto do programa chama a atenção desde o primeiro minuto de apresentação: não são só os competidores que vêm de vários países. Os apresentadores também!


O reality show tem seis duplas de apresentadores, cada uma de um país: Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Coréia do Sul, Japão e México. E não é só isso. Em cada país, o programa recebeu uma edição diferente, para destacar o desempenho dos compatriotas, mas durante os episódios é possível ouvir os comentários de vários dos apresentadores, já que eles ficam todos em cabines, uma do lado da outra. É uma grande bagunça… E bem divertida.

Os brasileiros que comandam a atração são Rafinha Bastos e Anderson Silva. E, sim, eles mais torcem do que narram a competição, igual aos outros apresentadores. Tem briguinha entre Alemanha e Brasil, tem dancinha dos coreanos toda vez que um atleta deles vai bem, tem americanos gritando “U.S.A, U.S.A!”… Uma loucura.

A competição funciona da seguinte forma: os atletas vão marcando pontos ao longo do percurso, e se classificando para os próximos níveis. Em cada programa, só dois participantes chegam até à final, e o grande vencedor de cada um dos nove primeiros episódios garante uma vaga na final, que é disputada no décimo episódio.

Mas e aí, vale a pena? Olha… o primeiro episódio você vai curtir. Vai falar: que divertido! No segundo episódio, as coisas já vão começar a mudar. Lá pelo quarto, você vai querer desligar a TV e ir fazer outra coisa. Agora, se você for como eu, e resistir bravamente até a final, vai pensar: por que eu não pulei todos esses nove episódios e só assisti a esse?

É, talvez Ultimate Beastmaster não tenha sido feito para maratonar, minha gente. Como a fórmula se repete muito, capítulo após capítulo, e alguns dos comentários dos apresentadores soam um pouco artificiais, dar um tempo entre os episódios parece ser a coisa mais sensata a se fazer. Ou então faz isso mesmo, vai direto para o último episódio e depois vai procurar outra coisa pra assistir. Aposto que você está aí, cheio de seriado atrasado, inventando de assistir a coisa nova, não é?

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