Crédito: Jasin Boland/Divulgação
A melhor forma de definir o filme Resgate, que estreia nesta sexta-feira (24/4) na Netflix, é com o gênero do longa-metragem: ação. A produção, criada pelos irmãos Russo (diretores de longas da Marvel como Vingadores), não tenta ser qualquer coisa além disso. Em quase duas horas, o que o espectador verá são sequências de correria, tiro, luta, explosão e muita perseguição.
O filme é protagonizado por Chris Hemsworth, ator marcado pelo papel de Thor no Universo Marvel, que dá vida a Tyler Rake, um mercenário que aceita a missão de resgatar Ovi Mahajan (Rudhraksh Jaiswal), filho de um traficante indiano que é sequestrado pelo líder do tráfico de Bangladesh, em mais um desdobramento da disputa dos homens.
Logo de cara, a produção deixa claro que essa é uma missão suicida, mesmo para um homem como Tyler. O filme não se prolonga nos dramas, que, até existem: como as questões pessoais do mercenário com o passado e o dilema ético que ele vive durante o resgate de Ovi. Mas até poderia. As cenas dos diálogos entre Tyler e Ovi são momentos muito bacanas, mesmo que raros e com pouco aprofundamento.
Porém, a escolha aqui é pelos aspectos que marcam um filme de ação e que são muito bem executados. Tudo é bem coreografado e de tirar o fôlego. Resgate é um filme para os fãs de ação, quem busca uma trama mais aprofundada deve se frustrar.
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