O que esperar de American gods?

Compartilhe

Uma das séries mais aguardadas do ano, American gods estreia nesta segunda-feira (1º/5) na Amazon Prime Video. Próximo Capítulo já viu e te conta o que vem por aí, mas sem spoilers!

Em 2001, o escritor britânico Neil Gaiman lançou a primeira edição de American gods (Deuses americanos, em português). O livro dividiu opiniões, mas se tornou um marco na carreira do autor. Há anos, ele deseja ver uma adaptação da obra, que, finalmente, se tornou uma série que estreia nesta segunda-feira (1º/5) no Brasil, no serviço de streaming Amazon Prime Video.

American gods é uma produção sobre a disputa entre os deuses antigos e os novos. Tudo isso pela história de Shadow Moon (Ricky Wittle), um ex-presidiário que viajará pelos Estados Unidos ao lado de Mr. Wednesday (Ian McShane) recrutando os deuses mais velhos para retomar o poder perdido nos dias atuais.

Mas o que esperar de American gods?

1. Uma história muito louca!

Se você ainda não leu o livro de Gaiman, sem dúvidas, achará que American gods é uma trama bastante doida. Em primeiro lugar, é preciso comprar a ideia de que os deuses antigos (aquelas criaturas da mitologia antiga, como Odin e The Leprechaun) andam entre os humanos. Assim como também entender a analogia de que o mundo de American gods faz ao tratar dos novos deuses americanos, que, nada mais são, do que manifestações da vida moderna: tecnologia, fama, entre outros.

Crédito: Amazon Prime Video/Divulgação

2. Uma adaptação ao mesmo tempo fiel e diferente

Ao assistir ao primeiro episódio, a impressão que se tem é que Bryan Fuller e Michael Green — os desenvolvedores do projeto televisivo — transcreveram as primeiras páginas de American gods do livro para a telinha, de tão fiel que o início da história é. Mas o ator Ricky Whittle revelou, em entrevista ao Próximo Capítulo, que há algumas mudanças ao longo da trama. Incluindo algumas alterações no próprio Shadow Moon, que ganhou um ar mais carismático por conta do formato.

3. O visual é um forte

Como Bryan Fuller, nome por trás de tramas como Pushing daises e Hannibal, está envolvido no projeto, já era esperado que American gods tivesse um visual de fazer inveja a muitas séries. Bom, a expectativa se torna realidade no seriado. American gods tem ares obscuros, muito sangue vermelho jorrando e uma abertura sensacional!

4. Mensagem atual

Apesar da história ser baseada em um livro de 16 anos atrás, a verdadeira mensagem de American gods é bastante atual. A produção debate, nas entrelinhas, a importância que o mundo deu para a tecnologia, as celebridades, a fama, entre outros assuntos. Também discute temas como imigração, sexo, religião, racismo e homofobia.

5. Ian McShane

Só de ter Ian McShane no elenco, American gods já ganha nossos corações. Mas o ator não está apenas fazendo uma pequena participação, o britânico é um dos protagonista, dando vida ao deus antigo Mr. Wednesday. E McShane consegue exalar tudo que o personagem precisa: carisma, charme e, ao mesmo tempo, muito mistério.

Adriana Izel

Jornalista, mas antes de qualquer coisa viciada em séries. Ama Friends, mas se identifica mais com How I met your mother. Nunca superou o final de Lost. E tem Game of thrones como a série preferida de todos os tempos.

Posts recentes

Gabriel Barreto emenda segundo protagonista em novela vertical

Ator carioca vive agora um bilionário paulistano na nova produção da ReelShort. Ele faz par…

1 semana atrás

A nobreza do amor: Duda Santos e Ronald Sotto comentam a parceria

Atores interpretam o par romântico central na nova novela das seis, que estreia em março…

1 semana atrás

Próxima novela das seis tem clima de superprodução de época

Protagonizada por uma princesa africana e um trabalhador nordestino, a A nobreza do amor é…

2 semanas atrás

Conheça o casal de protagonistas da próxima novela das seis

Vividos por Duda Santos e Ronald Sotto, Alika e Tonho são os mocinhos de A…

3 semanas atrás

“Eu lia o Correio Braziliense todo dia”, declara Tadeu Schmidt

Em entrevista, o jornalista e apresentador do Big Brother Brasil comenta sua ligação afetiva com…

1 mês atrás

Análise: “Dona de mim” se despede como um marco controverso

Fica como legado a discussão sobre como contar, hoje, histórias populares atravessadas por complexidade emocional…

1 mês atrás