México, Argentina, Brasil, Portugal, Espanha, Itália e Japão. O MasterChef desta terça-feira (1/9) está com o passaporte em dia para poder viajar pela gastronomia de todos esses países. Quem será que terá o aval de Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça para seguir viagem?
A primeira prova disputada pelos oito amadores da semana será preparar uma massa à carbonara, tradicional receita italiana cheia de detalhes e armadilhas. Mas, para ser o grande vencedor da semana, os sobreviventes terão pela frente caixas com ingredientes característicos da cultura brasileira, mexicana, argentina, japonesa, espanhola e portuguesa. Será que eles conhecerão tudo que terão pela frente? Tomara que não!
Amanda, 31 anos – As cores e os sabores da cultura afro-brasileira costumam aparecer na culinária de Amanda. Ela é designer de biojoias, o que também traz mais cuidado com a apresentação das receitas.
Ana, 26 anos – Assistir a programas de culinária era uma das diversões dessa ilustradora e do irmão dela na infância. Ela promete muita criatividade para unir arte e gastronomia nas receitas apresentadas no MasterChef.
André, 43 anos – O publicitário cearense trabalha com importação de móveis, mas se sente realizado mesmo é a cada almoço de família, quando assume as panelas. Para ele, a gastronomia é afetiva, com sabor e histórias para contar.
Gabriel, 23 anos – O estudante de odontologia tem vários dentistas e médicos na família. Mas é a cozinha a grande paixão dele. Estudioso, já leu vários livros sobre o assunto e promete mostrar o que aprendeu na cozinha do MasterChef.
Karoline, 37 anos – Para a capitã da PM o trabalho dela e de uma cozinheira tem uma coisa em comum: a doação. De família armênia, ela cresceu rodeada de mulheres que se reuniam na cozinha para preparar delícias típicas.
Keff, 30 anos – O capixaba estuda designer de interiores e adora um desafio ー o maior deles é o MasterChef. A cozinha regional e pratos típicos da França e da Itália são as especialidade dele.
Teresa Cristina, 39 anos – Foi no fogão a lenha da avó que essa figurinista aprendeu a cozinhar. De lá para cá, se aprimorou no uso de temperos regionais e em pratos que tragam influências africanas e indígenas.
Sidney, 51 anos – O pastor define o próprio estilo na cozinha como brasileiro bem temperado. A paixão pelas panelas veio da mãe das animadas reuniões em família, sempre com muita comida.
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