O último Caldeirão do Huck foi ao ar neste sábado (28/8) começou com a emoção no alto. A partir da semana que vem, Luciano assume o Domingão com Huck, no horário antes ocupado por Fausto Silva.
Antes de tudo, vimos Luciano se preparando para entrar no estúdio, no estilo que o consagrou: passando a impressão de que sempre estivemos dentro do Caldeirão, fazendo parte dele. Ainda no camarim, o apresentador finge estar surpreso com o fato de aquela ser a última gravação.
“A vida é feita de ciclos. É preciso sabedoria para abrir, viver e encerrar esses ciclos”, afirma Luciano, lembrando imagens do primeiro Caldeirão do Huck, exibido em 8 de abril de 2000. “A gente chega ao ponto final com a sensação de missão cumprida e de muita felicidade”, afirmou, em tom de balanço.
O programa seguiu com novas edições do Topa ou não topa, quadro que será reformulado no novo Caldeirão, e do Quem quer ser um milionário?, que Luciano leva para os domingos.
Depois dos quadros, mais despedida. “Encerrar esse ciclo com o cenário vazio, mas conectado é muito emblemático. Foram 1099 sábados e eu não saio triste”. Luciano ainda ressaltou que durante os 21 anos do Caldeirão do Huck se descobriu e descobriu o Brasil e seus “diferentes recortes”.
Luciano não deixou de citar Faustão, a quem disse admirar e a quem chamou de “referência”. “Poder continuar a caminhada na estrada asfaltada por ele vai ser uma honra”.
Mais uma vez, perto do público, Luciano termina o Caldeirão lendo cartas enviadas para ele por pessoas que se disseram modificadas por ele e pelo programa. Mantendo o tom que o levou à lista de possíveis sucessores de Jair Bolsonaro, Luciano aproveitou para falar sobre a importância da educação, tema que está entre os preferidos do apresentador.
A partir do próximo sábado (4/9), o Caldeirão passa para o comando de Marcos Mion, que promete ser o grande acerto do ano do setor de entretenimento da Globo.
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