Cena de Bridgerton | Foto: Laurence Cendrowicz/Netflix
Por Pedro Ibarra
Uma das séries de maior sucesso recente da Netflix, Bridgerton retorna esta semana para a terceira temporada. A história que prende o espectador pelo romance e, principalmente, pelo desenvolver da fofoca será protagonizada por Colin (Luke Newton) e Penelope (Nicola Coughlan). A produção chega hoje à plataforma de streaming.
O mais novo ano da série acompanha a temporada de casamentos em que Penelope decide mudar de vida e encontrar um marido. Porém, enquanto isso, ela precisa esconder o alter ego que assombra a nobreza britânica: a Lady Whistledown.
A história é importante porque é toda baseada em mudanças. Seja em personagens que se despedem do público, ou verdadeiras alterações nas personalidade de figuras centrais da série. O Próximo Capítulo já assistiu ao início da temporada, uma das mais dinâmicas do seriado até o momento.
Quando começou o burburinho de Bridgerton no lançamento da primeira temporada, o primeiro questionamento que veio foi: “Será que é tudo isso mesmo?” E a verdade é que é. Chegando à terceira temporada, a série se consolidou como uma das mais bem tratadas pela nave mãe Netflix.
A qualidade técnica é invejável, desde a direção de arte com cenários esplêndidos e detalhados, até a música que adapta canções pops da atualidade em arranjos de cravo, violino e piano, que remetem ao período pomposo que a nobreza britânica vivia na época. A aposta em atores jovens é acertada, uma vez que a série tem se tornado um trampolim para esses nomes. Vide Regé-Jean Page, Jonathan Bailey e Phoebe Dynevor, destaques nas temporadas anteriores que ficaram com a agenda lotada após estrearem em Bridgerton.
Nos quatro episódios lançados hoje, a percepção é de que a série se consolidou como uma das principais da Netflix por levar a sério uma história simples. Falar de forma espalhafatosa, mas sóbria, sobre um tema universal que atrai a todos: o amor. Nada feito em Bridgerton é uma grande invenção, só há muito cuidado para que tudo fique muito bonito na tela.
Por óbvio, as intrigas e fofocas envolvendo a realeza ajudam o seriado a ser maior. Não é à toa que portais de fofoca são sempre muito lidos e as descobertas deles viralizam pelas redes sociais. Porém, o cerne de Bridgerton permanece em contar várias formas de amor que calham de se desenvolver na alta sociedade britânica há séculos.
A temporada pode não ter o mesmo impacto de novidade das anteriores, mas é um atestado do motivo pelo qual Bridgerton continua um sucesso absoluto com o público. Fazer bem feito algo bonito aos olhos sempre chama atenção.
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