Mais provas do concurso do Senado podem ser anuladas

  Do CorreioWeb   O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) pediu anulação de provas – realizadas no dia 11 de março – do concurso do Senado para os cargos de fisioterapeuta e médico urologista. Segundo a ação civil pública publicada pelo MPF/DF, 80% das questões das provas objetivas são iguais as de outros concursos públicos. O inquérito civil público foi instaurado a partir de inúmeras reclamações de candidatos.

De acordo com o documento, há questões iguais as do certame da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) de 2010. Segundo denúncias de candidatos, muitos dos itens também foram utilizados para discussão em cursinhos preparatórios. A ação civil pública apresenta as cópias das provas do Senado e de outros concursos.

A organizadora do concurso, a Fundação Getulio Vargas (FGV), afirmou por meio da assessoria de comunicação que só vai se pronunciar se realmente houver a anulação das provas. Mesmo sem uma ação definitiva contra a FGV, a organizadora anunciou que está à disposição para responder dúvidas.

Entenda o caso

O concurso para provimento de 246 oportunidades no Senado Federal oferece vagas níveis médio e superior – além de remunerações que vão de R$ 13.833,64 a R$ 23.826,57.

O certame foi dividido em quatro editais, com cargos nas áreas de consultoria e assessoramento legislativo, consultoria e assessoramento em orçamentos; apoio técnico ao processo legislativo; apoio técnico-administrativo; controle interno; saúde e assistência social; instalações, equipamentos, ocupação e ambientação de espaço físico; redação e revisão de texto gráfico; comunicação social; e tecnologia da informação, entre outras.

O Senado Federal reaplicou no dia 15 de abril provas para os cargos que tiveram os exames anulados. Refizeram as provas todos os concorrentes aos postos de analista legislativo, nas seguintes especialidades: enfermagem; informática legislativa e subárea de análise de sistemas; e informática legislativa e subárea de análise de suporte de sistemas. 

As avaliações foram invalidadas por conta de um erro na distribuição dos cadernos de prova no dia 11 de março para os postos citados acima.

Lorena Pacheco

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