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Com o término do recesso de fim de ano, muitos concurseiros precisam reorganizar a rotina e recuperar o ritmo de estudos. Especialistas ouvidos pelo Papo de Concurseiro destacam que o primeiro passo para uma retomada eficiente é a elaboração de um planejamento de estudos bem estruturado e alinhado ao concurso desejado.
Pensando em 2026, o professor Eduardo Cambuy, do Gran Concursos, alerta para a necessidade de um planejamento que considere fatores extraordinários. Segundo ele, o candidato deve realizar uma análise de riscos futuros, levando em conta feriados, recessos e eventos que possam impactar o rendimento. “Além das datas comemorativas tradicionais, há também o período eleitoral, que interfere bastante no segundo semestre, e ainda a Copa do Mundo. São eventos que podem tanto ajudar quanto atrapalhar a rotina de estudos”, explica.
A professora Júlia Branco, do Estratégia Concursos, complementa ressaltando que as estratégias devem variar conforme a situação do certame. Em concursos com edital já publicado, o foco deve estar nas disciplinas confirmadas e no tempo disponível até a prova. Já nos concursos em fase pré-edital, o planejamento deve se basear nas matérias de provas passadas, o que permite uma preparação mais ampla e antecipada.
Outro ponto destacado por Cambuy é a análise do histórico de estudos. Avaliar tentativas anteriores ajuda a identificar estratégias que funcionaram ou falharam, fortalecendo a resiliência do candidato. Para consolidar o aprendizado, a rotina semanal deve incluir revisões constantes, por meio da resolução de questões, resumos, mapas mentais ou grifos, evitando o esquecimento dos conteúdos estudados no início da preparação.
A organização do tempo também deve respeitar a realidade de cada estudante. Os especialistas recomendam que, em vez de alternar conteúdos de forma aleatória, o concurseiro pense em uma trajetória de carreira. A escolha de áreas ou cargos semelhantes permite o acúmulo progressivo de conhecimento ao longo do ano. Dentro do cronograma, a prioridade deve ser dada às matérias mais recorrentes e com maior impacto na pontuação final.
Júlia enfatiza a importância de identificar a carga horária diária disponível e estabelecer metas realistas, considerando os momentos de maior produtividade. “É fundamental dedicar mais tempo às disciplinas de maior dificuldade e àquelas que têm peso ou prioridade no concurso escolhido.”
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