{"id":747,"date":"2025-10-15T11:14:00","date_gmt":"2025-10-15T14:14:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/?p=747"},"modified":"2025-10-15T11:14:00","modified_gmt":"2025-10-15T14:14:00","slug":"comida-saudavel-natural-e-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/2025\/10\/15\/comida-saudavel-natural-e-sustentavel\/","title":{"rendered":"Comida saud\u00e1vel, natural e sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>Em meio \u00e0 correria da cidade, um restaurante se destaca por resgatar o essencial: o sabor aut\u00eantico dos ingredientes cultivados com respeito \u00e0 terra e \u00e0s pessoas. Unindo gastronomia saud\u00e1vel, sustentabilidade e criatividade no prato, o The Plant convida os clientes a uma experi\u00eancia que vai muito al\u00e9m da refei\u00e7\u00e3o. Trata-se de uma celebra\u00e7\u00e3o do alimento em sua forma mais pura. Utilizando ingredientes org\u00e2nicos e produtos locais, cada receita conta uma hist\u00f3ria de origem, cuidado e prop\u00f3sito.<\/p>\n<p>Com duas unidades em Bras\u00edlia \u2014 Asa Sul (CLS 103) e Asa Norte (CLN 109) \u2014, o The Plant, busca expressar sabor, sa\u00fade e consci\u00eancia em seus pratos. S\u00f3cio do empreendimento, Davi Guedes Neves conta que a primeira loja surgiu em 2019 a partir da vontade de oferecer uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel mais abrangente. Entre 2016 e 2018, a capital vivia um momento aquecido no que diz respeito \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o funcional. Aproveitando essa tend\u00eancia, Davi e Ruy Souza deram vida ao neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>&#8220;Trouxemos um bistr\u00f4 pensado e produzido por um chef, mantendo a linha natural. A gente sempre pensou em pratos muito bonitos, bem servidos e com as caracter\u00edsticas pensadas por um chef&#8221;, destaca. Com um card\u00e1pio diverso, servindo almo\u00e7o, lanche e jantar, o The Plant oferece op\u00e7\u00f5es com prote\u00ednas animais, vegetarianas, veganas e livres de gl\u00faten, a\u00e7\u00facar e lactose. Buscando manter a transpar\u00eancia com o cliente, o empreendimento preza por uma comunica\u00e7\u00e3o clara. Por isso, todos os pratos oferecidos no card\u00e1pio s\u00e3o descritos na \u00edntegra, sem asteriscos ou ingredientes omitidos.<\/p>\n<p>Na cozinha, acredita-se que fazer comida saud\u00e1vel \u00e9 usar ingredientes de qualidade, evitar insumos com componentes qu\u00edmicos artificiais e promover consci\u00eancia do que est\u00e1 dentro de cada um dos pratos servidos nas casas das duas unidades. Atualmente, o The Plant tem J\u00falia Almeida como chef criativa, respons\u00e1vel pelos novos lan\u00e7amentos da rede.<\/p>\n<p>&#8220;Saud\u00e1vel, para a gente, \u00e9 aquilo que podemos chamar de natural \u2014 ou seja, in natura. Isso guia desde a escolha dos insumos at\u00e9 a composi\u00e7\u00e3o de cada prato. J\u00e1 faz mais de um ano que estamos com a chef J\u00falia e, com ela, adotamos menus sazonais. Em todos eles, seguimos o mesmo princ\u00edpio: tudo precisa ser realmente natural, o que, para n\u00f3s, significa n\u00e3o industrializado&#8221;, explica Davi.<\/p>\n<p>Para manter esse cuidado, o The Plant busca, ao m\u00e1ximo, comprar do com\u00e9rcio local e, assim, os s\u00f3cios cultivaram, ao longo dos anos, diversos parceiros que compartilham desse prop\u00f3sito. E mesmo quando trazem algo de fora, o conceito se mant\u00e9m firme: nada industrializado entra na cozinha. Refor\u00e7ando o conceito saud\u00e1vel, a marca tamb\u00e9m n\u00e3o utiliza \u00f3leos vegetais refinados. As \u00fanicas gorduras presentes nos pratos s\u00e3o ghee, azeite ou \u00f3leo de coco.<\/p>\n<p>&#8220;Quando usamos ingredientes como shoyu, por exemplo, optamos por vers\u00f5es de fermenta\u00e7\u00e3o natural, sem glutamato monoss\u00f3dico, como o da Daimaru. Tudo \u00e9 pensado para garantir que nossos alimentos sejam o mais naturais poss\u00edveis&#8221;, destaca. At\u00e9 os molhos seguem essa filosofia. &#8220;No card\u00e1pio atual, temos dois: um velout\u00e9 e um r\u00f4ti. N\u00e3o usamos nenhuma base pronta. Para o r\u00f4ti, por exemplo, compramos ossos bovinos, colocamos num panel\u00e3o com verduras e vamos reduzindo lentamente at\u00e9 chegar ao molho final. Nada de p\u00f3 ou produto pr\u00e9-pronto. Digamos que 70% do que servimos aqui \u00e9 hortifruti processado por n\u00f3s mesmos&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p>No entanto, para chegar ao formato atual, a caminhada foi longa. Nos seis primeiros meses do neg\u00f3cio, Davi relembra que o card\u00e1pio foi modificado 22 vezes. &#8220;Sempre pensamos em fornecer primeiro um prato que fosse muito gostoso, bem apresentado e coubesse dentro da nossa cozinha, que \u00e9 uma cozinha bem r\u00e1pida. Ao longo do tempo, a gente foi melhorando isso e alterando os pratos, os ingredientes e os molhos&#8221;, detalha.<\/p>\n<p><strong>Tr\u00eas perguntas para Davi Guedes Neves, s\u00f3cio do The Plant:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Quais os desafios nesse neg\u00f3cio?<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Gerir um restaurante j\u00e1 \u00e9, por si s\u00f3, um desafio enorme. Atuamos em tr\u00eas frentes ao mesmo tempo: somos servi\u00e7o, porque atendemos clientes; somos com\u00e9rcio, porque abrimos e fechamos a loja todos os dias; e somos ind\u00fastria, porque produzimos tudo internamente, na cozinha. E ainda adicionamos a essa complexidade a responsabilidade de apoiar nossa rede de fornecedores para que eles mantenham a produ\u00e7\u00e3o e n\u00e3o gere indisponibilidade nos nossos pratos. Apesar disso, \u00e9 muito gratificante saber que estamos conseguindo fazer um bom trabalho para o consumidor e, por tr\u00e1s, estamos apoiando tantas fam\u00edlias.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Quais a\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis s\u00e3o adotadas no The Plant?<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Desde o in\u00edcio, sempre tivemos a preocupa\u00e7\u00e3o com o lixo. No in\u00edcio, antes da pandemia, a gente era praticamente &#8220;lixo zero&#8221;. Todos os nossos guardanapos e at\u00e9 o pano de toalha do banheiro eram de algod\u00e3o. Nada era de papel nem de pl\u00e1stico. Depois da pandemia, a gente mudou um pouco, mas produzimos pouqu\u00edssimo lixo. Com a pandemia, algumas coisas mudaram, mas, ainda assim, produzimos pouco lixo e nenhum res\u00edduo n\u00e3o recicl\u00e1vel. Cerca de 20% do nosso lixo \u00e9 recicl\u00e1vel \u2014 papel e pl\u00e1stico limpos, prontos para a reciclagem \u2014 e todo o restante \u00e9 lixo org\u00e2nico, como restos e cascas de frutas. Esse material \u00e9 100% transformado em adubo. Temos um parceiro que faz a coleta, o processo de compostagem e nos devolve o composto, que usamos com produtores parceiros. Assim, conseguimos fechar bem o ciclo dos res\u00edduos.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Como \u00e9 o processo criativo para os pratos?<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Primeiro, verificamos a disponibilidade dos insumos, conversamos com nossos parceiros locais e s\u00f3 depois pensamos no menu. Ao contr\u00e1rio da l\u00f3gica tradicional, em que se cria um card\u00e1pio e depois se vai atr\u00e1s dos ingredientes, muitas vezes, no supermercado, aqui o que est\u00e1 dispon\u00edvel, localmente e de forma sustent\u00e1vel, \u00e9 o que guia nossas cria\u00e7\u00f5es. Com a chef J\u00falia, ampliamos ainda mais esse repert\u00f3rio, incluindo ingredientes pouco convencionais, como o ora-pro-n\u00f3bis e outras Pancs (plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais). Isso traz uma identidade ainda mais espec\u00edfica e local aos nossos pratos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meio \u00e0 correria da cidade, um restaurante se destaca por resgatar o essencial: o sabor aut\u00eantico dos ingredientes cultivados com respeito \u00e0 terra e \u00e0s pessoas. Unindo gastronomia saud\u00e1vel, sustentabilidade e criatividade no prato, o The Plant convida os clientes a uma experi\u00eancia que vai muito al\u00e9m da refei\u00e7\u00e3o. Trata-se de uma celebra\u00e7\u00e3o do alimento em sua forma mais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":138,"featured_media":748,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-747","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/747","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/users\/138"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=747"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/747\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":749,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/747\/revisions\/749"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/media\/748"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=747"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=747"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/marcas-e-negocios\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=747"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}