Texto Marianna Nascimento (especial para o Correio) Fotos e Vídeo: Marcelo Ferreira / @cbfotografia
O diretor adjunto do parque, Samuel Guimarães, destaca que o animal não oferece riscos aos visitantes e frequentadores do local. “Esses animais não querem proximidade com o ser humano. Muito pelo contrário, querem se afastar. É um animal calmo, que não ataca ou dá botes”, garante. O tamanduá foi solto em uma área afastada das trilhas, o Morro do Urubu, que, de acordo com Samuel, foi considerado o ideal. É um campo aberto e muito amplo, com vegetação baixa e aberta. “Sempre procuramos o local mais próximo de onde o animal foi encontrado e mais semelhante o possível do habitat dele”, justifica.
Apesar de o Jardim Botânico abranger uma área de cerca de 4 mil hectares, a população de tamanduás-bandeira é reduzida, segundo o gerente de monitoramento e controle Roberto Cavalcanti. “São apenas cinco ou seis indivíduos da espécie”, afirma. “É uma espécie ameaçada extinção.”
Assista o vídeo:
Com a chegada do fim de ano, tutores de cães e gatos intensificam a busca…
Ano novo é um período de celebração, roupas brancas, estouro de champanhe… um pontapé para…
No mês em que o Brasil volta os holofotes para a conscientização contra o abandono…
O costume de dividir a cama com os pets é cada vez mais comum, segundo…
Com dias cada vez mais quentes, manter os animais de estimação frescos e hidratados se…
Dezembro costuma ser sinônimo de festa, casa cheia e muita movimentação. Para cães e gatos,…