{"id":582,"date":"2016-10-21T08:00:46","date_gmt":"2016-10-21T10:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/?p=582"},"modified":"2016-10-20T17:43:27","modified_gmt":"2016-10-20T19:43:27","slug":"restaurante-o-gaia-une-informalidade-e-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/restaurante-o-gaia-une-informalidade-e-qualidade\/","title":{"rendered":"Restaurante O Gaia une informalidade e qualidade"},"content":{"rendered":"<p>A ideia de chefs abrirem as portas da pr\u00f3pria casa para receber grupos de clientes ganha cada vez mais espa\u00e7o em Bras\u00edlia. Um dos que investiram na proposta foi o personal chef Ramon Souza, que inaugurou h\u00e1 cerca de dois meses o restaurante O Gaia, que funciona no apartamento dele, na 313 Sul (o endere\u00e7o completo voc\u00ea receber\u00e1 no momento em que fizer a receita). Ali, numa simp\u00e1tica sala de jantar podem se sentar at\u00e9 10 comensais, conhecidos ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma pr\u00e1tica muito forte no exterior. Aqui ela ainda est\u00e1 come\u00e7ando. \u00c9 interessante quando um cliente conhece outro e eles ficam amigos\u201d, afirma Ramon, que tem no curr\u00edculo uma passagem pelo tradicional\u00edssimo Le Cordon Bleu de Paris.<\/p>\n<h3>Menu cosmopolita<\/h3>\n<figure id=\"attachment_584\" aria-describedby=\"caption-attachment-584\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2016\/10\/CBNFOT181020160386.jpg\" rel=\"attachment wp-att-584\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-584 size-medium\" src=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2016\/10\/CBNFOT181020160386-300x225.jpg\" alt=\"Cr\u00e9ditos: Arquivo Pessoal\/Ramon Souza. Prato do restaurante O Gaia - Arroz frito com camar\u00e3o.\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2016\/10\/CBNFOT181020160386-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2016\/10\/CBNFOT181020160386-768x576.jpg 768w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2016\/10\/CBNFOT181020160386-550x413.jpg 550w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2016\/10\/CBNFOT181020160386-230x173.jpg 230w, https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-content\/uploads\/sites\/25\/2016\/10\/CBNFOT181020160386.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-584\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: Arquivo Pessoal\/Ramon Souza. Arroz frito com camar\u00e3o.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar da forma\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica na Fran\u00e7a, Ramon traz para os pratos que cria tra\u00e7os brasileiros e orientais. O primeiro vem do cora\u00e7\u00e3o, da mem\u00f3ria afetiva deste carioca casado com uma baiana e residente de Bras\u00edlia. Da\u00ed aparecem dend\u00ea, frutos do cerrado (baru, pequi) e outras del\u00edcias do cerrado.<\/p>\n<p>Um arm\u00e1rio repleto de especiarias e temperos deixa claro: ali a cozinha tem um p\u00e9 inteiro no oriente. \u201cComandei restaurantes na Tail\u00e2ndia e na \u00cdndia. L\u00e1 explorei mundos diferentes e com temperos fortes e marcantes\u201d, lembra o chef, que j\u00e1 est\u00e1 com viagem marcada para o Jap\u00e3o para se reciclar. \u201cAlguns elementos, como tamarindo, coentro, lim\u00e3o e coco est\u00e3o bem presentes nas duas escolas\u201d, afirma Ramon.<\/p>\n<p>O menu servido no Gaia \u00e9 fechado, apresentado em quatro etapas (entrada, dois principais e sobremesa) e segue duas modalidades: com bebidas \u00e0 la carte (R$ 139) e harmonizado (R$ 199, com um espumante e vinhos tinto ou branco) pelo pr\u00f3prio Ramon, que \u00e9 sommelier e j\u00e1 foi o respons\u00e1vel pela adega da Trattoria da Rosario.<\/p>\n<p>Entre os pratos oferecidos por Ramon est\u00e3o arroz frito com camar\u00f5es e dend\u00ea \u2014 uma receita que ele conheceu nas ruas indianas; um ragu de ossobuco com pur\u00ea de mandioca na manteiga de garrafa que desperta v\u00e1rios sentidos no comensal; e pad thai de lagostim, tradicional receita indiana que combina noodles de arroz, molho de frutos do mar, tamarindo, nir\u00e1 lagostins e ovo caipira. Para abrir a noite, as entradas podem ser ceviche de atum, raiz forte e frutas tropicais e acaraj\u00e9 de frutos do mar. Na sobremesa, a aposta de Ramon \u00e9 na leveza de sorvetes artesanais em sabores como lim\u00e3o siciliano e capim-lim\u00e3o ou manga e gengibre. \u201cA comida indiana \u00e9 muito forte. Por isso, aposto na refresc\u00e2ncia para finalizar a refei\u00e7\u00e3o\u201d, ensina. Reservas podem ser feitas pelo telefone 98383-2060. (<strong>Vinicius Nader<\/strong>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ideia de chefs abrirem as portas da pr\u00f3pria casa para receber grupos de clientes ganha cada vez mais espa\u00e7o em Bras\u00edlia. 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