{"id":3780,"date":"2019-12-27T07:44:41","date_gmt":"2019-12-27T10:44:41","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/?p=3780"},"modified":"2019-12-26T20:46:15","modified_gmt":"2019-12-26T23:46:15","slug":"estilo-frances-no-chile","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/estilo-frances-no-chile\/","title":{"rendered":"Estilo franc\u00eas no Chile"},"content":{"rendered":"<p>O Chile n\u00e3o tem apenas um grande vinho, tem dois. Uma semana depois do lan\u00e7amento em S\u00e3o Paulo do Don Melchor 2017, o primeiro vinho premium do pa\u00eds que completa 30 safras, Bras\u00edlia recebeu o en\u00f3logo Michel Friou que trouxe na bagagem o Almaviva safras 2007, 2016 e o 2017. Este \u00faltimo recebeu 100 pontos James Suckling, pelo seu espetacular blend com 65% Cabernet Sauvignon, 23% Carmen\u00e8re, 5% Petit Verdot e 2% Merlot. O vinho estagiou por 19 meses em barricas de carvalho franc\u00eas, a maior parte de primeiro uso, o que lhe garantiu taninos mais suaves e macios, complexidade arom\u00e1tica e uma cremosidade que, conforme Friou, \u00e9 uma caracter\u00edstica desse grande tinto.<\/p>\n<p>E como todo grande vinho, o Almaviva 2017 foi lan\u00e7ado, em setembro passado, na La Place de Bordeaux, a bolsa de neg\u00f3cios de vinho mais importante do mundo, em que os grandes r\u00f3tulos s\u00e3o comercializados. Trata-se daquela categoria que compra as safras mais prestigiosas num mercado de futuros antes mesmo de ela ser engarrafada.<\/p>\n<p>Embora venham do mesmo terroir \u2014 Puente Alto, no vale do Maipo \u2014 os dois vinhos t\u00eam produ\u00e7\u00e3o diferenciada. Don Melchor \u00e9 exclusivamente feito na Concha y Toro, enquanto Almaviva resulta de uma parceria entre a empresa francesa Baron Philippe de Rotschild e a chilena Concha y Toro. O nome tamb\u00e9m vem de uma obra francesa: Conde de Almaviva, o her\u00f3i d\u2019As bodas de F\u00edgaro, famosa com\u00e9dia de Beaumarchais, que mais tarde se transformou numa \u00f3pera do g\u00eanio Mozart.<\/p>\n<h2>Caracter\u00edsticas<\/h2>\n<p>Elaborado com frutas menos maduras que as de outros anos, o Almaviva 2016 surpreendeu at\u00e9 o pr\u00f3prio en\u00f3logo, confessa Friou. \u201cAquele ano, foi mais frio, com muita chuva em abril\u201d, lembra o autor que colheu os frutos do trabalho quando o vinho entrou no top ten da Wine Spectator. Composto de Cabernet Sauvignon, 66%; Carmen\u00e8re, 24%, Cabernet Franc, 8% e Petit Verdot, 2%, o 2016 \u201c\u00e9 acentuadamente elegante, aveludado e fiel aos que o antecederam no estilo e na precis\u00e3o\u201d, destaca a ficha t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>Tortelli de confit de pato com tangerina foi o prato sugerido pelo chef Marcelo Petrarca na harmoniza\u00e7\u00e3o dos vinhos que acompanharam, ainda, lombo de cordeiro com risoto de a\u00e7afr\u00e3o, tops do menu do Bloco C (211 Sul). J\u00e1 o Almaviva 2017, sa\u00eddo de uma colheita em \u00e9poca mais seca e mais quente apresenta mais concentra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facares em sua assemblage de 64% de Cabernet Sauvignon; 28% de Carm\u00e9n\u00e8re; 7% de Cabernet Franc e 1% de Merlot. Algumas garrafas est\u00e3o dispon\u00edveis na Super Adega.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Chile n\u00e3o tem apenas um grande vinho, tem dois. Uma semana depois do lan\u00e7amento em S\u00e3o Paulo do Don Melchor 2017, o primeiro vinho premium do pa\u00eds que completa 30 safras, Bras\u00edlia recebeu o en\u00f3logo Michel Friou que trouxe na bagagem o Almaviva safras 2007, 2016 e o 2017. Este \u00faltimo recebeu 100 pontos James Suckling, pelo seu espetacular [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":54,"featured_media":3781,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3780","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3780","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/54"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3780"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3780\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3782,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3780\/revisions\/3782"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3781"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3780"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3780"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/lianasabo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3780"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}