
Sob controle dos Estados Unidos depois da captura do presidente Nicolas Maduro pelo governo de Donald Trump em Caracas, a Venezuela foi a sexta maior fornecedora de pés de obra do Campeonato Brasileiro em 2025 e aumenta a exportação a cada temporada. As séries A, B e D empregaram 12 jogadores nascidos no país vizinho. A exceção era a terceira divisão.
A evolução do futebol venezuelano fez com que o país ficasse atrás apenas da Argentina (63), do Uruguai (41), da Colômbia (33), do Paraguai (29) e do Equador (16) no ranking das nações fornecedores de atletas para as quatro divisões do país.
A Série A registrou sete jogadores da Venezuela em 2025. Campeão da Copa do Brasil, o Corinthians contou com o volante José Martínez. O Fluminense empregou o atacante Soteldo. O Botafogo jogou sob a regência de Savarino.
O Fortaleza caiu para a segunda divisão tendo no elenco o zagueiro Kevin Andrade. O também beque Wilker Ángel fez parte do plantel do Juventude na última edição da Série A.
O meio de campo do Santos contou com Tomás Rincón na temporada de 2025. A defesa do São Paulo tem o versátil Nahuel Ferraresi como recurso para a lateral direita e a zaga.
A Série B teve um jogador venezuelano em 2025. O atacante Esli Garcia participou da campanha do Goiás do sexto lugar na segunda divisão. Antes, havia defendido o Paysandu.
Entre os times da Série D do Campeonato Brasileiro, o Azuriz do Paraná contou com o centroavante Marco Bustillo. O Grêmio Atletico Sampaio, popular GAS, de Roraima, empregou o defensor Albert González, o meia Luis Espanol e o atacante Nelson Reina.
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