Rafinha, Amauri, Zé Roberto… As renúncias nas duas eras Dunga à frente da Seleção

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Dunga. Duas eras como técnico da Seleção Brasileira. Três deserções.
Rafinha, do Bayern de Munique, jura que não desistiu das Eliminatórias para defender a Alemanha. E daí, se a opção dele fosse defender os germânicos. Direito dele como escrevi no post anterior. Lembrei que, em 2008, o jogador agora de antipatriota, peitou o Schalke 04 e se apresentou a Dunga em Pequim para os Jogos Olímpicos.
Dunga é especialista em receber pedidos de dispensa. Na primeira passagem, Zé Roberto, hoje no Palmeiras, renunciou à convocação de Dunga para Copa América de 2007. 
Mais à frente, Dunga chamou o centroavante Amauri, que fazia sucesso com a camisa do Palermo e depois da Juventus no Campeonato Italiano. Ele mandou uma carta à CBF anunciando a preferência por defender a Itália. 
Um Rafinha a mais um a menos não faz diferença para Dunga. O técnico da Seleção está pós-graduado em renúncias à frente da Seleção Brasileira.