Ao saber da morte de um dos melhores jogadores de futebol de todos os tempos nesta quinta-feira — Johan Cruyff, aos 68 anos — entro em contato com um colega holandês torcedor do PSV Eindhoven que mora em Brasília e tive a honra de conhecer no Parque de Águas Claras enquanto a minha filha, Isabela, brincava com o menino dele.
Pergunto a Eelco Bierings se pode falar sobre a morte de Cruyff. Ele responde:
“O melhor do futebol holandês não existe mais. Triste porque, no mês passado, ele estava otimista sobre a sua saúde. Embora ele tivesse câncer no pulmão, estava com muita energia e falou que estava 2 x 0 pra ele. O número 14 era um ícone há Holanda, na Europa e no mundo”.
É isso, amigo, Eelco Bierings!
Sou muito fã da escola holandesa. Triste com a perda de Cruyff, prometo, quando me recuperar do baque, escrever mais tarde sobre o cara que revolucionou o futebol com a bola nos pés e a prancheta nas mãos.
Um dos três países sede da Copa do Mundo de 2026 ataca um dos 48…
A derrota do Flamengo para o Lanús na Recopa Sul-Americana, com direito a gols de…
Sim, o Gama está eliminado pelo Goiás, mas o clube mais popular do Distrito…
O Campeonato Inglês ostenta seis clubes nas oitavas de final da Champions League pela primeira…
Depois de derrotar o Manchester City e o Atlético de Madrid na fase de grupos…
Demitir Fernando Diniz é fácil. Difícil é assumir os erros que levaram a isso. Há…