Brasil estreou no 4-4-2 com Pia Sundhage, mas a prancheta também tem linha de três. Foto: Thais Magalhães/CBF
O sistema 4-2-3-1 foi o sistema de jogo predileto da maioria dos técnicos das 32 seleções participantes da primeira rodada da Copa do Mundo feminina na Austrália e na Nova Zelândia. O blog levantou quais foram os modelos adotados em cada um dos 16 jogos da largada da competição. As seleções usaram 13 configurações diferentes. Um repertório rico e variado.
Formato da moda há um bom tempo, o 4-2-3-1 foi utilizado por oito treinadores diferentes na rodada de abertura da fase de grupos da competição. Nigéria, Canadá, Espanha, Haiti, Itália, Argentina, Alemanha e Colômbia adotam esse modelo na estreia.
Lançado pelo inglês Alf Ramsey e consagrado na conquista da Inglaterra na Copa do Mundo masculina de 1966, o 4-4-2 inspirou sete escalações na rodada de abertura da fase de grupos. A técnica sueca Pia Sundhage é uma das adeptas desse formato. O Brasil superou a retranca do Panamá nesse modelito e goleou o adversário por 4 x 0. Além do Brasil, Nova Zelândia, Austrália, China, África do Sul, França e Marrocos recorreram a esse desenho.
O terceiro sistema queridinho dos técnicos na primeira rodada é o 4-3-3. O esquema é um dos pontos de partida dos Estados Unidos. As atuais campeãs adotaram essa estratégia no triunfo contra o Vietnã por 3 x 0. O modelo normalmente usa pontas. Trinity Rodman atua aberta na direita, Sophia Smith ocupa a extrema canhota e Alex Morgan assume o papel de centroavante.
Atual campeã da Eurocopa e uma das favoritas ao título na Oceania, a Inglaterra também investe no 4-3-3. Chloe Kelly abre na ponta direita, Lauren Hemp na esquerda e Alessia Russo é a centroavante. Stanway, Walsh e Toone foram as mulheres de criação contra o Haiti.
Os sistemas com linhas de três ou cinco defensores também estão em alta na Copa do Muno. A Irlanda e a Costa Rica, por exemplo, adotam o 3-4-3. A sempre inovadora Holanda tanto no futebol masculino como no feminino debutou toda trabalhada no 3-1-4-2. Há também estruturas no 3-4-2-1. São os casos das excelentes seleções do Japão e da Suécia.
Em tese, o esquema da moda na Copa do Mundo deveria ser o 4-3-3. Finalistas em 2019, na França, Estados Unidos e Holanda jogavam nesse modelo. Jill Ellis escalava as norte-americanas com o trio de ataque formado por Heath, Rapinoe e a centroavante Morgan. Do outro lado, a treinadora Sarina Wiegman, hoje comandante da Inglaterra, apostava nas pontas Beerensteyn e Martens e a centroavante Miedema.
Os modelos vencedores costumam inspirar. Se o 4-2-3-1 e o mais utilizado na Copa do Mundo, tem a ver com o sucesso da Inglaterra na conquista da Euro-2022. Do meio de campo para a frente, Sarina Wiegman posicionou Walsh e Stanway no papel de volantes, uma linha de três armadoras com Mead, Kirby e Hemp e a centroavante Ellen White no papel de artilheira.
Sistemas de jogo da Copa na 1ª rodada da fase de grupos
Fonte: Blog Drible de Corpo
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