Festa em Monaco para o fim do jejum de 17 anos sem o título francês. Foto: AS Monaco
O Manaco acabou nesta quarta-feira com uma dinastia de quatro títulos do Paris Saint-Germain. O Monaco encerrou 17 anos de jejum. O último havia sido no século passado, na temporada de 1999/2000, sob o comando do francês Claude Puel. Mas, para mim, o Monaco conseguiu algo digno de aplausos de pé na primeira fila do teatro: é campeão francês brigando com Barcelona e Real Madrid para ter o melhor ataque da Europa.
O Barcelona dificilmente perderá a liderança de time mais ofensivo entre as principais ligas do Velho Continente. O time catalão, dos badalados Messi, Suárez e Neymar, tem 112 gols. Abaixo do clube azul-grená, apenas o Real Madrid e o Manaco, com 104 gols cada. O Monaco tinha 102. Chegou aos 104 na vitória por 2 x 0 sobre o Saint-Etienne. O Real Madrid, de Bale, Benzema e Cristiano Ronaldo, somava 100. Com os 4 x 1 diante do Celta, em Vigo, também alcançou a marca dos 104 gols na temporada.
É a conquista da ressurreição de Falcao Garcia, artilheiro do Monaco no Campeonato Francês com 21 gols. Da revelação de uma nova joia do futebol mundial — o garoto Mbapè, vice-artilheiro do time com 15 bolas na rede. Dos excelentes Valère Germain, Thomas Lemar e Bernardo Silva. Do brasileiro Fabinho, que topou a missão de trocar a lateral direita pela função de volante e tem oito gols na Ligue 1. Do zagueiro Jemerson, do lateral-esquerdo Jorge e do atacante Gabriel Boschilia.
“Estivemos entre os quatro melhores em todas as competições que disputamos, coroamos esse bom ano com um título. Era a cereja do bolo, o que estava faltando. Fomos muito bem na Champions League, chegamos à frente de times como Bayern de Munique e Barcelona; nas taças aqui na França também chegamos bem. É muito mais do que a gente poderia sonhar” Jemerson, zagueiro do Monaco
Para você ter uma ideia da grandiosidade do título do Monaco, o clube do principado é um dos poucos no mundo que disputam campeonatos nacionais fora dos seus países. Há outros casos, como Swansea City e Cardiff City (ambos do País de Gales) no Inglês, o Vaduz (Liechtenstein), no Suíço; o San Marino (San Marino), na quarta divisão italiana; o Wellington Phoenix (Nova Zelândia), no Australiano; Toronto, Vancouver Whitecaps e Montreal Impact (todos do Canadá), na Major League Soccer, dos Estados Unidos.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o zagueiro Jemerson falou sobre o título inédito na carreira. “Estou muito feliz com essa conquista. No início do ano, ninguém citava a nossa equipe entre os favoritos. Trabalhamos quietinhos, sempre com muita seriedade e muito forte, e conseguimos chegar ao topo. Esse título é fruto desse trabalho e de um grupo muito unido, determinado e de um ambiente ótimo”.
O ex-jogador do Atlético-MG concluiu definindo a temporada de 2016/2017 como perfeita. “Estivemos entre os quatro melhores em todas as competições que disputamos e, graças a Deus, coroamos esse bom ano com um título. Era a cereja do bolo, o que estava faltando. Fomos muito bem na Champions League, chegamos à frente de times como Bayern de Munique e Barcelona, fora as equipes tradicionais que eliminamos, como o City e o Borussia; nas taças aqui na França também chegamos bem. É muito mais do que a gente poderia sonhar”.
Os 10 melhores ataques das ligas nacionais da Europa
1. Barcelona-ESP: 112 gols
2. Real Madrid-ESP: 104
3. Monaco-FRA: 104
4. Napoli-ITA: 86
5. Bayern de Munique-ALE: 85
6. Roma-ITA: 82
7. Paris Saint-Germain-FRA: 81
8. Chelsea-ING: 76
9. Liverpool-ING: 75
10. Tottenham-ING: 73
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