Brasileirão – Série A 2026
Prévia jogo a jogo da #rodada 7
Palmerias x Botafogo
Quando: 19/3, 19h
Revelado pelo Palmeiras, Danilo, recém-convocado pela Seleção e alvo do clube paulista no mercado, volta ao palco onde iniciou a carreira profissional. Do outro lado, Marlon Freitas revê o Botafogo, pelo qual conquistou o Brasileirão e o maior título da história do clube, a Copa Libertadores da América em 2024. Abel Ferreira e Martin Anselmi duelaram na abertura da Copa do Mundo de Clubes da Fifa.
Bahia x Red Bull Bragantino
Chamo a atenção para a inspiração do sistema tático de Rogério Ceni no Bahia neste início de Brasileirão: 4-3-2-1. O modelo lembra o usado pelo técnico da Seleção, Carlo Ancelotti, na coleção de títulos no Milan. Erick, Jean Lucas e Rodrigo Nestor alinham como volantes emulando Gattuso, Pirlo e Seedorf. À frente deles, Cristian Oliveira e Erick Pulga como Kaká e Rui Costa. Na referência, Willian José no papel de Schevchenko.
Athletico-PR x Cruzeiro
Recomento prestar atenção em três jogadores: o zagueiro Fabrício Bruno é líder em passes certos por jogo com média de 89%. São 61,5 por partida. Matheus Pereira é o segundo colocado em passes decisivos com 3,3. Do outro lado, o time celeste precisa vigiar Kevin Viveros. O colombiano é invariavelmente o destino final das ações ofensivas do Furacão. Ele faz gol, sofre pênaltis e lidera em chances desperdiçadas.
Mirassol x Coritiba
O Mirassol é um dos times da bola longa com média de acerto de 21,6 por partida. Só fica atrás do Corinthians e do Grêmio. O time paulista também é eficiente nos cruzamento certos e o segundo colocado em chutes a gol. O Coritiba tem dois antídotos importantes: Wallison Luiz lidera no quesito interceptações por jogo. O zagueiro Tiago Coser é o rei do corte na Série A com média de 7,4 por partida.
Atlético-MG x São Paulo
Revelado pelo Flamengo, Victor Hugo começa a encontrar o espaço dele no papel de jogador decisivo. Com a camisa do Atlético-MG, ele lidera o ranking de grandes chances criadas com média de cinco por partida. Do outro lado, o São Paulo se escora na excelente fase do centroavante argentino Jonathan Calleri. São quatro gols em seis jogos na Série A em uma arrancada promissora na temporada. Nove em 15 jogos no ano.
Vasco x Fluminense
Coloco lupa na disputa pela lateral esquerda nos dois times. Reforços recém-chegados pedem passagem e deixam os titulares em xeque. Sob o comando de Renato Gaúcho, Cuiabano entrou no lugar de Lucas Piton contra o Cruzeiro e deu assistência. Guilherme Arana começa a desbancar Renê. Ofensivo, marcou o gol da vitória tricolor no fim de semana passada contra o Athletico-PR. O clássico passa por eles.
Santos x Internacional
O técnico argentino Juan Pablo Vojvoda está triplamente pressionado. Precisa fazer o Santos jogar, vencer e dar protagonismo a Neymar no sprint final do camisa 10 por uma vaga na Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. Mau resultado em casa pode significar o fim da linha para o treinador no clube paulista. Não menos pressionado está o uruguaio Paulo Pezzolano no Internacional. Seguir na lanterna pode custar caro.
Grêmio x Vitória
O técnico Jair Ventura volta ao palco de um dos grandes trabalhos da carreira dele. Em 2017, o técnico do Vitória levou o Botafogo às quartas de final da Copa Libertadores da América em tempo de pobreza, não da riqueza da era Textor na SAF, e vendeu caro ao Grêmio a passagem às semifinais. O tricolor gaúcho seguiu na competição e ganhou o tri continental. Anfitrião, o Grêmio aposta no artilheiro Carlos Vinícius.
Flamengo x Remo
O técnico do Remo é Léo Condé. E daí? E daí que ele era o comandante do Ceará no ano passado na vitória dificílima do Flamengo por 1 x 0 na conquista do título do Brasileirão de 2025. O plano de jogo do Vozão irritou o time rubro-negro. Outro detalhe: Léo Condé venceu o Cruzeiro de Leonardo Jardim dentro do Mineirão por 2 x 1 e segurou o adversário no Castelão por 1 x 1. O Flamengo é favoritaço, mas cuidado com o Condé!
Chapecoense x Corinthians
O Brasileirão tem quatro gols de falta em seis rodadas. Um deles com a assinatura de Jean Carlos. O Corinthians tem um trunfo para controlar o jogo e evitar surpresas desagradáveis em Santa Catarina: a posse de bola é uma das marcas do trabalho de Dorival Júnior. O Timão tem média de 57,3%. A terceira maior da Série A, atrás do Internacional (57,5%) e do Fluminense, líder no quesito com 61,3%.
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