Desgastado com a falta de uma casa para chamar de sua durante o fechamento do Maracanã e do Engenhão para os Jogos do Rio-2016, o Flamengo deu prazo até as 15h desta quinta-feira para que a empresa que comprou o mando de campo da partida contra o Figueirense, em 9 de março, pela terceira rodada da fase de grupos da Primeira Liga, defina qual cidade receberá o jogo marcado anteriormente para a sucateada Arena Cuiabá. O estádio foi vetado pelo clube carioca em uma vistoria na última terça.
Brasília é a preferida, mas, em entrevista ao blog na noite desta quarta-feira, Fabiano Rodrigues, dono da Feito Produções e Eventos — que comprou o mando de campo e tem contrato com o clube rubro-negro deixou claro: se o Governo do Distrito Federal não reduzir a taxa de aluguel do Estádio Mané Garrincha de 7% para, no mínimo, 5%, levará o confronto para o Mario Helênio, em Juiz de Fora. A cidade mineira vizinha ao Rio promete manter a oferta da Arena Cuiabá, que concedeu isenção de tributo.
Questionado se a transferência da partida entre Flamengo e Figueirense de Cuiabá para Brasília está fechada — como afirmou ao portal Globoesporte.com —, o empresário Fabiano Rodrigues recuou: “Preciso primeiro entrar em acordo com o estádio. Se fechar a taxa em 5% é certeza que vai ser aí. Do contrário, o nosso plano B é Juiz de Fora. O Flamengo me deu prazo até amanhã (hoje), às 15h”.
A partida estava marcada para a Arena Pantanal. No entanto, o estádio de Cuiabá — palco de quatro jogos da Copa do Mundo de 2014 — está sucateado. Consequentemente, o Flamengo e sua parceira procuram outro estádio.
Na edição de quarta-feira, o Correio publicou que uma guerra fiscal é o maior empecilho para que o Mané Garrincha receba não só a partida entre Flamengo e Figueirense, mas também para que seja transformado em casa rubro-negra no restante da temporada, como pediu o técnico Muricy Ramalho. O blog apurou que a Arena Pantanal ofereceu taxa zero de aluguel para abrigar a partida entre Flamengo e Figueirense. Em contrapartida, a empresa promotora do jogo teria de ceder cinco camarotes, o equivalente a 300 ingressos. “Eu fiz 99% dos jogos lá (em Cuiabá) e nunca paguei mais de R$ 50 mil de taxa. E para esse jogo (Flamengo x Figueirense) não iriam cobrar aluguel”, confirma Fabiano Rodrigues.
Flamengo, Fluminense e os promotores do clássico do último domingo, que compraram o mando de campo tricolor por R$ 1,5 milhão, ficaram insatisfeitos com a taxa de aluguel do Mané cobrada na partida do Campeonato Carioca. Da renda bruta de R$ 2.388.360, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo — responsável pelo estádio — teve direito a R$ 151.956 (7%). A Federação do Estado do Rio de Janeiro ficou com R$ 217.080 (10%) e a Federação de Futebol do Distrito Federal embolsou R$ 108.540 (5%). Flamengo e Fluminense receberam antecipadamente uma cota de R$ 750 mil cada um para pelo jogo na capital do país.
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