O primeiro encontro de Dorival Júnior com o novo maestro. Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net
Dorival Júnior é um colecionador de camisas 10. Dificilmente falta um meia criativo nos times por onde ele passa. Quando o homem de criação não está no elenco, à espera dele, cai um James Rodriguez do céu para suprir a carência. O colombiano artilheiro da Copa de 2014, com passagem por Real Madrid e Bayern Munique, foi apresentado pelo São Paulo.
Antes de assumir o tricolor paulista, Dorival tinha dois “camisas 10” no Flamengo. O número 14 Arrascaeta e o 7 Everton Ribeiro eram — e continuam sendo — os donos do meio de campo rubro-negro. Com eles, conquistou a Copa do Brasil e a Libertadores em 2022.
Em 2018, na segunda passagem pelo Flamengo, Dorival Júnior contava com o camisa 10 Diego no elenco. Começava a fase rica do clube rubro-negro.
No início da década passada, Dorival Júnior extraiu o máximo do jovem Paulo Henrique Ganso no Santos. A parceria com ele levou o Peixe aos títulos do Campeonato Paulista contra o Santo André e da Copa do Brasil no duelo com o Vitória, ambos em 2010.
Na Série B de 2009, o técnico tinha Carlos Alberto como maestro do Vasco. O meia ajudou o Gigante da Colina a conquistar a segunda divisão com duas rodadas de antecipação.
O papel de articulador do Palmeiras na passagem de Dorival pelo Palestra era o chileno Valdivia. O Mago é mais um camisa 10 para a coleção do treinador.
Há outros. Hernanes, por exemplo. O Profeta começou a carreira no papel de volante. Aos poucos, foi empurrado para perto da área. Assumiu o papel de meia, o cara do último passe. Levou o
Dorival trabalhou com Sérgio Manoel no Figueirense. O meia dividia com Fernandes o papel de construtor na conquista do Campeonato Catarinense de 2004. Quando trabalhou no Cruzeiro, o técnico tinha Wagner a serviço do meio de campo celeste.
O cabeça pensante da vez no meio de campo de Dorival é James Rodriguez. Se recorrer ao mesmo sistema utilizado no Flamengo na temporada passada, o colombiano pode emular Arrascaeta no losango do meio de campo, com Pablo Maia, Gabriel Neves e Michel Araújo na retaguarda dele e Calleri e Luciano à frente.
Com a chegada de Lucas Moura, uma outra opção seria o 4-2-3-1, com Lucas aberto na direita, James centralizado e um ponta ou meia aberto na outra banda para dar suporte a Luciano ou Calleri na ataque. Uma opção seria o atacante Marcos Paulo. A outra, Luciano centralizado atrás de Calleri.
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