{"id":271,"date":"2015-11-13T18:00:02","date_gmt":"2015-11-13T20:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/denise\/?p=271"},"modified":"2015-11-13T18:00:02","modified_gmt":"2015-11-13T20:00:02","slug":"sintomas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/denise\/sintomas\/","title":{"rendered":"SINTOMAS"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana\"><strong><span style=\"font-size: xx-small\"><\/p>\n<p><\/span><\/strong>Quem assistiu \u00e0 sess\u00e3o de vota\u00e7\u00e3o da lei de repatria\u00e7\u00e3o at\u00e9 o final n\u00e3o teve d\u00favidas das dificuldades do presidente da Casa, Eduardo Cunha. Pela primeira vez, o plen\u00e1rio o obrigou a fazer uma vota\u00e7\u00e3o nominal, justamente do dispositivo que tirou dos pol\u00edticos e familiares a possibilidade de repatriar recursos. Tudo estava acertado para que aquela vota\u00e7\u00e3o fosse simb\u00f3lica, deixando o resultado para os c\u00e1lculos do pr\u00f3prio Cunha, de acordo com a vis\u00e3o das m\u00e3os erguidas em plen\u00e1rio. Alguns aliados do presidente da Casa, confiantes nessa hip\u00f3tese, tinham inclusive ido embora. A gritaria diante da manobra foi tal que o presidente se viu obrigado a fazer vota\u00e7\u00e3o nominal.<\/span><\/p>\n<p>l l l<\/p>\n<p>Eduardo Cunha conhece a Casa como ningu\u00e9m. Sabe que a cena da noite de quarta-feira indica que ele n\u00e3o controla mais o plen\u00e1rio da mesma forma que fazia h\u00e1 alguns meses, quando a gritaria se restringia a seus advers\u00e1rios no Rio de Janeiro. Da\u00ed, todo o esfor\u00e7o dele para tentar fazer morrer seu processo no Conselho de \u00c9tica. Miss\u00e3o hoje considerada quase imposs\u00edvel.<\/p>\n<p><b>Estrat\u00e9gia<\/b><\/p>\n<p>Eduardo Cunha decidiu tratar o caso da conta de sua mulher na Su\u00ed\u00e7a separado do seu \u201cproblema\u201d. Assim, quer ver se consegue evitar que ela termine enroscada na Lava-Jato. Como o dinheiro dela pode ter origem numa a\u00e7\u00e3o trabalhista, a ideia \u00e9 tentar tir\u00e1-la de foco na Lava-Jato.<\/p>\n<p><b>\u201cEsse ano n\u00e3o sai\u201d<\/b><\/p>\n<p>Do presidente da C\u00e2mara, Eduardo Cunha, ainda na madrugada de ontem durante jantar em sua casa, ao se referir ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.<br \/>\n<b><br \/>\nEduardo e o PT<\/b><\/p>\n<p>Indignado com a posi\u00e7\u00e3o do PSDB contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha, o deputado Darc\u00edsio Perondi (PMDB-ES) saiu-se com esta: \u201cO maior partido de oposi\u00e7\u00e3o implodiu o pedido de impeachment. No mensal\u00e3o do Lula, os tucanos recuaram. Agora, jogaram o Eduardo no colo da Dilma e do Lula\u201d, comentou Perondi, que, por quatro meses, acompanhou as conversas em torno de um processo contra a presidente Dilma Rousseff.<\/p>\n<p><b><br \/>\nAntes tarde\u2026<\/b><\/p>\n<p>\u2026 Do que nunca. H\u00e1 uma semana, a presidente Dilma Rousseff foi aconselhada a sobrevoar a regi\u00e3o afetada pelo rompimento das barragens da Mineradora Samarco. Decidiu esperar para chegar l\u00e1 com o an\u00fancio das san\u00e7\u00f5es \u00e0 empresa.<\/p>\n<p><b>Dois pesos<\/b><\/p>\n<p>Os mesmos petistas que justificaram a n\u00e3o convoca\u00e7\u00e3o de executivos da JBS \u00e0 CPI do BNDES para evitar o risco de queda no valor das a\u00e7\u00f5es da empresa neste momento de crise ontem refor\u00e7avam o coro para convoca\u00e7\u00e3o da Usiminas no mesmo colegiado. Os deputados mineiros reclamaram.<\/p>\n<p><b>Curtidas<\/b><\/p>\n<p><b>Mudan\u00e7a de h\u00e1bito\/<\/b>\u00a0At\u00e9 a semana passada, Eduardo Cunha mostrava-se cordato e tranquilo nas entrevistas. Ontem, estava uma arara. Sinal de que os votos do PSDB far\u00e3o falta no Conselho de \u00c9tica.<\/p>\n<p><b><br \/>\nAl\u00f4, Dilma!\/<\/b>\u00a0Durou oito horas e meia a audi\u00eancia p\u00fablica na C\u00e2mara ontem sobre a nova droga contra o c\u00e2ncer, a fosfoetanolamida, que j\u00e1 curou v\u00e1rios pacientes. O problema, como ocorre com mutos pesquisadores no Brasil, foi a falta de apoio para cumprimento de todas as etapas da pesquisa cl\u00ednica. Ah, se fosse uma p\u00e1tria educadora\u2026.<\/p>\n<p><b>Pensando bem&#8230;\/<\/b>\u00a0O l\u00edder do PMDB, Leonardo Picciani (foto), repete incansavelmente que n\u00e3o concorrer\u00e1 \u00e0 prefeitura do Rio de Janeiro e que est\u00e1 muito bem na C\u00e2mara. Mas os mais velhos de seu partido aproveitam para tripudiar. Dia desses, um senhor ironizava: \u201cAquele menino precisa saber que n\u00e3o d\u00e1 para brincar com bola, videogame e carrinhos ao mesmo tempo. Ele quer continuar l\u00edder, ser presidente da C\u00e2mara e, agora, prefeito. Precisa aprender a dividir os brinquedos com os coleguinhas\u201d.<\/p>\n<p><b>&#8230; Ela pode mudar\/<\/b>\u00a0Dilma registrou a melhora na bolsa e a queda do d\u00f3lar apenas com as especula\u00e7\u00f5es de que Joaquim Levy seria substitu\u00eddo por Henrique Meirelles. Quem conhece garante que, embora ela insista que o ministro est\u00e1 firme, n\u00e3o quer dizer que em janeiro continuar\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem assistiu \u00e0 sess\u00e3o de vota\u00e7\u00e3o da lei de repatria\u00e7\u00e3o at\u00e9 o final n\u00e3o teve d\u00favidas das dificuldades do presidente da Casa, Eduardo Cunha. 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