Sugar daddy e babies: amor e dinheiro andam juntos?

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Brasília é a cidade com maior número de Sugar Daddies no país, segundo plataforma de relacionamento

Tem quem acredite que amor e negócios não devem andar juntos. Para esses, redes sociais como Meu Patrocínio, Universo Sugar e outras, que tem como base justamente a união do dinheiro e da paixão, pode parecer uma afronta. Mas não é segredo que essas plataformas crescem cada vez mais, elas unem pessoas com dinheiro e candidatos que aceitam serem mimadas com presentes e mesadas.

Só no Universo Sugar há cerca de 619 mil Sugar Daddies no Brasil — sendo 136 mil estão localizados em Brasília. A Capital Federal é a cidade brasileira com maior número de homens inscritos na plataforma, representando 22% dos usuários.

No ranking de profissões dos Sugar Daddies de Brasília, 15% são empresários, 12% são administradores, 12% advogados, 11% engenheiros, 9% diretores de empresas, 7% economistas, 5% são médicos, os outros 29% estão divididos nas demais profissões.

Mas não é o número de adeptos (ou as profissões) que chama a atenção, mas sim o patrimônio dos participantes. Em Brasília, 26% dos Sugar Daddies tem acima de R$ 10 milhões em patrimônio. Logo atrás está São Paulo, com 21%. Além disso, 18% dos Daddies brasilienses têm renda mensal acima de R$ 500 mil.

A alta concentração de Sugar Daddies em Brasília pode ser explicada por diversos fatores, como o fato de a cidade ser sede do governo federal e de ser um centro econômico importante do país.

Diferente de serviços de acompanhantes e prostituição, este tipo de rede social incentiva a continuidade dos encontros e a exclusividade dos envolvidos. Por isso, falar de amor não é tão absurdo assim.

Já as “babies”, ou as garotas que aceitam o dinheiro em troca da relação, a rede social estima ter 4 milhões de inscritos, mas contrariando os dados dos Daddies, Brasília tem apenas 7% desse total. Na liderança estão as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com 27% e 22% respectivamente.

Dessas mulheres que se inscrevem, 27% são estudantes, 9% modelos, 8% recepcionistas, 6% vendedoras, 4% assistentes e 3% nutricionistas. Os outros 43% são divididos em diversas atividades.

A faixa etária predominante é de 22 a 25 anos, com 32% das inscritas. Depois segue 23% para as de 18 a 21 anos e 18% das de 26 a 29 anos.

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