No mês em que o amor ganha holofotes, muito se fala sobre os relacionamentos que começam na juventude — mas pouco se ouve sobre os que florescem depois dos 50 anos. Segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de acordo com as estatísticas do registro civil 2023, houve um aumento de matrimônios entre pessoas mais velhas: em 2003, apenas 8,2% das noivas tinham mais de 40 anos; em 2023, elas já representam 25%. Entre os homens, o salto foi de 13% para 31,3%.
“Ao contrário do que muitos pensam, os relacionamentos depois dos 50 (anos) tendem a ser mais conscientes, leves e pautados por escolhas genuínas, não por convenções sociais”, explica a psicanalista Gisele Hedler.
Segundo a especialista em comportamento humano, a vivência acumulada ajuda a estabelecer vínculos mais saudáveis, com menos idealizações e mais espaço para o afeto real. Além disso, a maturidade afetiva permite que muitas mulheres priorizem o que realmente importa: parceria, respeito e liberdade para ser quem são.
Um estudo publicado pelo Pew Research Center, de 2023, mostrou que 20% das pessoas entre 50 a 64 anos e 13% entre 65 anos ou mais já usaram ou usam aplicativos de relacionamento. O dado reforça que, além de estarem abertas a novas conexões, muitas mulheres nessa faixa etária seguem explorando caminhos para encontrar um par.
Para Gisele, isso representa um movimento importante de reconexão com o próprio desejo: “Essas mulheres não estão esperando que o amor aconteça por acaso. Elas estão se permitindo viver novas histórias, agora com mais clareza sobre o que querem e, principalmente, sobre o que não aceitam mais”.
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