Infeliz com o tamanho? Nova técnica possibilita preenchimento peniano sem cortes

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Surgiu um novo método de preenchimento peniano indicado para tratar o dismorfismo peniano (desconforto em relação ao volume do pênis), sem a necessidade de cirurgia. A circunferência média do pênis do brasileiro varia entre 10 e 12,5 centímetros, enquanto o comprimento médio oscila entre 12 e 16 centímetros. Mas tem homens que saem dessa média ou que simplesmente querem ser maiores.

O médico Rodrigo Trivilato, da Sociedade Brasileira de Urologia, afirma que muitos pacientes procuram consultórios urológicos expressando preocupações com o tamanho e a espessura de seus órgãos genitais. O médico trabalha com preenchimento peniano e ressalta que a principal diferença entre essa técnica e ao de aumento peniano é de que a segunda é feita por indicação médica, por meio cirúrgico, enquanto o engrossamento ou preenchimento é uma escolha estética feita pelo paciente, prometendo melhorias em sua autoestima.

“Essas cirurgias precisam ser muito bem avaliadas. Para o aumento peniano existe um exame físico importante, isso porque, o tamanho aparente – que é aquele que o paciente vê – é relativo. Muitas vezes, em consultório são feitas algumas manobras e mostramos para ele que o pênis dele é do tamanho normal, que é o tamanho real”, diz.

De acordo com o urologista, no procedimento de preenchimento peniano, há ainda a possibilidade de aumento do tamanho do órgão, devido ao peso do material utilizado: o ácido hialurónico. No entanto, é crucial ressaltar que a principal finalidade desse processo é estética, e o paciente obtém ganhos em espessura, não em aumento do tamanho propriamente dito.

“Geralmente, o preenchimento peniano é recomendado para pacientes com mais de 21 anos, mentalmente saudáveis. É crucial que o paciente tenha bom senso para compreender o procedimento. Sempre avaliamos os riscos e benefícios, visando uma abordagem mais segura, eficaz e menos invasiva”, explica Rodrigo Trivilato.

O procedimento é rápido, cerca de 10 a 15 minutos com o órgão flácido, e feito no próprio consultório médico, sem a necessidade de internação ou anestesia geral.

O preenchimento, especificamente, é realizado com uma agulha fina, sem a necessidade de cortes e suturas. O tratamento é individualizado, ou seja, personalizado de acordo com as necessidades e desejos de cada paciente.

Trivilato destaca a crucial importância de consultar um urologista especializado no assunto, a fim de evitar a prescrição de procedimentos desnecessários.

helenadornelas

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