Após as revelações de que a deputada Telma Rufino está sendo investigada pela Operação Trick da Polícia Civil, o PPL expulsou a parlamentar da legenda e entrou com uma ação no Tribunal Regional Eleital exigindo o mandato dela. Na visão da sigla, o assento de Telma na Câmara Legislativa pertence ao PPL, não à deputada.
Telma, porém, está confiante de que seguirá na Casa. “A jurisprudência das cortes superiores é clara: a expulsão pelo próprio partido não pode ser considerada infidelidade partidária. De toda forma, aguardo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral”, declarou.
O PPL elegeu a executiva regional da legenda nesta semana. Marco Antônio Campanela, também investigado na Trick, era o presidente e, agora, ficou como vice. Paulo Matos é o novo comandante da sigla. A ida dele para o partido representa uma fusão da sigla com o PHS na política local.
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