ISA STACCIARINI
Um empresário do ramo de construção afirmou em depoimento ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que, durante um almoço realizado na churrascaria Fogo de Chão, dois distritais tentaram extorqui-lo. Dois deputados que integram a Mesa Diretora teriam participado do encontro, de acordo com o depoimento, para cobrar um percentual do repasse autorizado pela Câmara. A ideia dos parlamentares, segundo a testemunha, era exigir propina para liberar uma sobra orçamentária da Câmara Legislativa à reforma de escolas da rede pública de ensino. Segundo o investidor do setor, os deputados teriam dito que estavam endividados com restos a pagar da campanha eleitoral de 2014. Mesmo pressionado, o empresário negou.
Esse é mais um capítulo do suposto escândalo da saúde envolvendo indícios de participação de integrantes do Legislativo local. Dos R$ 31 milhões que sobraram no orçamento, R$ 30 milhões foram destinados ao pagamento de dívidas anteriores de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de hospitais da rede pública. Segundo depoimento do empresário ao MPDFT, R$ 1 milhão acabou sendo repassado para o projeto que o beneficiaria. Ele contou aos promotores que, depois, acabou surpreendido com um emissário dos parlamentares que cobrava repasse do percentual em cima do dinheiro.
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