Servidor de carreira do Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) é suspeito de usar o acesso a fotos históricas de Brasília para produzir souvenirs, como canecas, quadros, ímãs e azulejos, sem pedir autorização formal para o órgão. Ele comercializaria os produtos em uma vitrine, dentro do prédio do ArpDF, e até mesmo em eventos institucionais. A empresa Brasília ImaginArtes seria a fabricante das lembranças “personalizadas” e atenderia encomendas.
A Casa Civil do DF informou que o Arquivo Público vai abrir sindicância para apurar a denúncia. Caso seja comprovada má-fé do funcionário e que ele se aproveitou do cargo para ter acesso aos documentos, pode haver afastamento ou exoneração. Tudo depende da gravidade da situação. Mesmo no caso das imagens de domínio público, é preciso pedir autorização. Especialmente, quando há objetivo comercial.
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