Sandro Avelar, secretário de Segurança do DF — Minervino Junior/CB/D.A.Press
Coluna Eixo Capital, de 7 de setembro de 2023, por Ana Maria Campos
O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, diz que é “óbvio ululante ” — citando uma expressão que ficou popular pelas palavras de Nelson Rodrigues — que ele jamais estaria de folga neste 7 de Setembro, depois de tudo o que ocorreu em 8 de janeiro. Um ato do governador Ibaneis Rocha (MDB) suspendeu as férias do 01 da segurança do DF, marcadas quando ele era apenas delegado da Polícia Federal (PF). Mas a suspensão das férias já estava prevista e foi adotada a pedido oficial do próprio secretário. As férias estavam marcadas desde o ano passado; ele tirou cinco dias, a partir de 28 de agosto para uma pescaria na divisa entre Mato Grosso e Pará e voltou a trabalhar na última terça-feira. Antes disso, organizou e assinou o POI (Protocolo de Operações Integradas) para o evento de hoje. Seria realmente uma imprudência cometer o mesmo erro do antecessor, Anderson Torres, ausentar-se de Brasília em uma data em que pode haver confusão na Praça dos Três Poderes.
Por determinação do governo federal, os alunos das escolas de gestão militar compartilhada do Distrito Federal não deverão participar hoje do desfile do 7 de Setembro. O Ministério da Educação encerrou o projeto nacionalmente, mas o governador Ibaneis Rocha (MDB) manteve as 13 escolas com gestão cívico-militar. Muitos estudantes que integram bandas dessas unidades ficaram decepcionados, segundo relato de um integrante da Secretaria de Educação.
O juiz federal Fernando Mello vai assumir a presidência da Associação dos Juízes Federais da Justiça Militar (Ajufem). Formado há 17 anos em direito pelo Ceub, o magistrado atuou como procurador do estado do Tocantins e servidor do Supremo Tribunal Federal e do Ministério Público Federal. Foi juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e juiz ouvidor das eleições gerais de 2018. Ele também é professor. A posse será em 20 de setembro, no Clube da Aeronáutica de Brasília.
“Essa turma da Lava-Jato, Moro, Dallagnol e outros acharam que podiam tudo, passar por cima do devido processo legal, usar uma farsa para prender Lula e ganhar as eleições de 2018. Agora terão de responder pelos seus crimes”
Lindbergh Farias (PT-RJ), deputado federal
“A corrupção nos governos do PT foi real, criminosos confessaram e mais de R$ 6 bilhões foram recuperados para a Petrobras. Esse foi o trabalho da Lava-Jato, dentro da lei, com as decisões confirmadas durante anos pelos Tribunais Superiores. Os brasileiros viram, apoiaram e conhecem a verdade”
Sergio Moro (União-PR), senador
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