Discreto e arredio a holofotes, o delegado Wenderson Souza e Teles, secretário de Administração do Sistema Penitenciário do DF, assumiu, em decorrência do cargo, duas missões estratégicas e inéditas: a custódia dos mais de mil envolvidos na ocupação e depredação da Praça dos Três Poderes, no 8 de janeiro de 2023, e agora a vigilância da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, a pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Teles está organizando as escalas dos policiais penais e a estratégia para que atuem com eficiência em meio ao entra e sai de visitas de políticos, sem incomodar os moradores do condomínio na região do Jardim Botânico.
A medida não tem precedentes no DF. Algo semelhante ocorreu na vigilância do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto que esteve em prisão domiciliar, mas o trabalho foi realizado pela Polícia Federal (PF).
A Secretaria do Sistema Penitenciário já era responsável pela manutenção e fiscalização da tornozeleira eletrônica instalada em Bolsonaro. O trabalho é de grande responsabilidade porque uma eventual fuga será tratada com rigor por Alexandre de Moraes, assim como qualquer medida que atente contra a integridade física de Bolsonaro.
Antes de assumir a Seape, Teles — que é delegado da Polícia Civil do DF — foi chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção e atuou na Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do DF.
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