Crédito: Carlos Vieira/DAPress
Após meses de articulações políticas, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) anunciou, nesta segunda-feira (06/08), a formação oficial da chapa na qual concorrerá à reeleição. Intitulada “Brasília de Mãos Limpas”, a frente é formada por PSB, PV, Rede, PCdoB e PDT. “São cinco partidos ficha limpa, que têm uma trajetória de serviços prestados à cidade, além de afinidade nos campos político e ideológico”, apontou.
Recém-chegados à aliança, pedetistas ficaram apenas com a segunda suplência do candidato ao Senado Chico Leite (Rede), a qual será ocupada pelo ex-controlador-geral do DF Djacyr Arruda. “Aconteceu por conta da demora para a definição do posicionamento do partido”, justificou o chefe do Palácio do Buriti, se referindo às idas e vindas da legenda, que fechou acordo apenas na manhã desta segunda-feira.
O socialista confirmou o ex-secretário de Meio Ambiente Eduardo Brandão (PV) como vice-governador. Na corrida pelo Senado, estarão Chico e a jogadora de vôlei Leila Barros (PSB). O primeiro suplente do parlamentar será o empresário Álvaro Silveira Junior (PSB). Os de Leila, a ex-secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, e Maria Ivonete (PCdoB).
A coligação também definiu a formação das chapas proporcionais. Para a disputa pela Câmara Legislativa, serão formados quatro grupos: PDT/PV, Rede/PCdoB e PSB. “Concorreremos sozinhos, porque temos muitos candidatos com grande potencial de crescimento, que já testaram as urnas. Esperamos eleger três”, adiantou o governador. No caso da corrida pela Câmara dos Deputados, haverá um chapão. A perspectiva das legendas é emplacar pelo menos dois parlamentares.
Rollemberg disse que, se eleito, espera encontrar condições favoráveis para o exercício da gestão. “Primeiro, temos a perspectiva de uma boa base no Legislativo local. O PSB, junto as demais legendas, deve ter sete representantes no próximo ano. Além disso, os partidos da composição têm uma grande identidade ideológica. Então, será diferente de 2014, quando coligamos com Solidariedade e PSD, que são recém-formados e não têm histórico de aliança conosco”, explicou.
O governador aproveitou o anúncio para ressaltar os feitos da gestão e criticar, de forma velada, oponentes. “Nosso estádio custou R$ 1,7 bilhão e, hoje, é alvo de várias investigações e processos. Nós, recentemente, entregamos a ala 2 do Hospital da Criança, que custou R$ 106 milhões. Ou seja, estamos falando de 17 hospitais com o preço de um estádio. Esse é o preço da corrupção”, alfinetou.
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