Crédito: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press.
Em meio a uma crise de falta de estrutura e com salários congelados, a Polícia Civil do DF não cruzou os braços. Pelo contrário. É uma das áreas do governo Rollemberg que mais tem mostrado resultado. Só neste ano, as delegacias do Departamento de Polícia Especializada (DPE), sob o comando da delegada Mabel Alves de Faria Correa, realizaram 31 operações de repercussão.
Na semana passada, foram duas: a Patrick, que desvendou um esquema de fraude com a moeda virtual Kriptacoin, da Corf, e a Sacerdote, da Dema, contra grilagem de terras envolvendo um ex-diretor da Terracap. O retorno da Máfia dos Concursos foi desvendado pela Deco em agosto, com novas etapas por vir.
Balanço
A DRF promoveu 12 operações, entre as quais a Condominus que levou à prisão uma quadrilha internacional de roubo de apartamentos de luxo que atuava há mais de 10 anos impunemente. Mais de R$ 5 milhões em bens foram recuperados. Segundo balanço do DPE, 195 prisões realizadas em 2017 podem levar a condenações. Houve apreensão de mais de uma tonelada de drogas. Veículos comprados com dinheiro do crime estão sendo usados, com autorização judicial, na segurança pública. Policiais civis reclamam de Rollemberg, mas serão uma vitrine na campanha à reeleição. Um paradoxo.
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