O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) quer dar um tom mais político ao governo no segundo ano de mandato. Para isso, deve aproveitar o embalo da troca na Secretaria de Saúde e fazer mudanças no Executivo local nos próximos dias. A reunião com 14 deputados distritais na última quarta-feira (1/3) foi uma mostra de que ele pretende reforçar a política do governo daqui para frente. No encontro, ele cobrou fidelidade dos parlamentares, que têm cargos no GDF e muitas vezes não votam projetos do governo nem defendem as medidas do socialista nos debates na Câmara Legislativa. “Quem é da base é da base. Quem não for tem que dizer”, frisou Rollemberg.
Os cargos vagos serão ocupados nas próximas semanas. O secretário adjunto de Relações Institucionais, Igor Tokarski, teria aceitado assumir a chefia de gabinete do governador, posto vago desde que Rômulo Neves se desligou do Palácio do Buriti. Para o lugar de Tokarski, José Flávio, ex-assessor de Joaquim Roriz atualmente lotado na Casa Civil, pode ser o escolhido. Duas secretarias não têm titular: a das Cidades, disputada nos bastidores, e a de Justiça, que não tem chefe desde que Rollemberg exonerou João Carlos Souto devido à fuga de 10 detentos na Papuda.
Nas mudanças que Rollemberg quer realizar pode sobrar para o secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago Andrade, e a presidente do Instituto Brasília Ambiental, (Ibram), Jane Vilas Boas. Ambos têm sofrido críticas do setor produtivo pela demora na liberação de licenças e alvarás.
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