A Semana é resultado de lei do deputado Max Maciel — Renan Lisboa/Agência CLDF
Por Ana Maria Campos — Lei de autoria do deputado distrital Max Maciel (PSol) declara o hip hop como patrimônio cultural imaterial do Distrito Federal e institui a Semana Distrital do Hip Hop. De acordo com a legislação, a Câmara Legislativa adotou, em seu calendário oficial, a Semana Distrital do Hip Hop. A 1ª edição do evento será realizada na próxima semana, entre 6 e 10 de novembro, na Câmara, com uma programação diversificada.
A data escolhida também é uma forma de celebrar o Dia Mundial do Hip Hop, comemorado em 12 de novembro. Totalmente gratuito e aberto ao público, o evento conta com feira de expositores periféricos, exposições, mostra de filmes, intervenções de graffiti, apresentações musicais e homenagens.
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O advogado Reginaldo Oscar de Castro, que faleceu ontem, foi o responsável pela construção do prédio onde está instalado o Conselho Federal da OAB, entidade que ele presidiu de 1998 a 2001. No primeiro ano de gestão, Reginaldo convidou o arquiteto Oscar Niemeyer, aos 91 anos, para desenhar o projeto da nova sede. O jornalista Bartolomeu Rodrigues, o Bartô, ex-secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, acompanhou Reginaldo em encontros com Niemeyer para tratar do assunto na cobertura em Copacabana, onde funcionava o escritório do arquiteto. “Eram sempre reuniões muito alegres, com conversas sobre todos os assuntos”, conta Bartô que, na época, assessorava Reginaldo. Também amigo de Reginaldo, o jornalista Irineu Tamanini lançou ontem a ideia de homenagem ao ex-presidente da OAB ao dar o nome dele ao prédio onde funciona a entidade no Setor de Autarquias Sul. A ideia ganhou o apoio de Bartô e do também jornalista e ex-secretário de Cultura Silvestre Gorgulho, outro grande amigo do advogado que partiu aos 81 anos, em decorrência de uma leucemia.
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Nas dicas de ontem que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, costuma fazer nas redes sociais, sempre às sextas-feiras, um pensamento da nova ministra do STJ Daniela Teixeira: ““Sou favorável à vida. Cada um cuidando da sua”.
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O deputado federal Gilvan Máximo (Republicanos-DF) lança nos próximos dias a Frente Parlamentar de Ciência e Tecnologia com o foco no incentivo ao uso de carros elétricos ou híbridos. Segundo dados da Secretaria de Fazenda do DF, há 11 mil carros elétricos ou híbridos no DF. Representam 0,5% da frota da capital do país, que é de 2.012.502. São veículos que não custam menos de R$ 150 mil.
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Relator da PEC que criminaliza a posse e o porte de entorpecentes, o senador Efraim Filho (União Brasil-PB) tem se baseado em uma pesquisa encomendada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) segundo a qual a maioria da população é contrária à descriminalização das drogas. Divulgado em 2018, o levantamento do Instituto Paraná Pesquisas — que ouviu moradores dos 26 Estados e do Distrito Federal — apontou que 64,6% dos brasileiros são contra a legalização da maconha no Brasil. Em outra pesquisa, mais de 70% disseram ser contra a posição do ministro Luis Roberto Barroso, presidente do STF, que defende a liberação da maconha.
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O superintendente do Iphan, Leandro Grass, comentou nas redes sociais a venda pelo BRB da carteira de empréstimos consignados de servidores e aposentados do DF: “Isso precisa ser apurado. Um banco público precisa exercer o papel de apoiar a população local, fomentar o desenvolvimento econômico e facilitar o crédito barato. Jamais deveria se beneficiar do endividamento em massa, especialmente daqueles que servem a população”. Candidato ao Palácio do Buriti em 2022, Grass sempre foi contundente em relação à atual gestão do BRB e, na condição de deputado distrital, questionou, em 2020, o patrocínio do banco público ao Flamengo.
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Há um embate no PT sobre a forma como o partido tem feito oposição ao governador Ibaneis Rocha (MDB). São as brigas internas. Uma parte da legenda quer começar a trabalhar pelas eleições de 2026 para a sucessão no Palácio do Buriti e reclama do diálogo aberto entre o líder do PT, Chico Vigilante, e do vice-presidente da Câmara Legislativa, Ricardo Vale (PT), com Ibaneis. Eles dizem que fazem oposição responsável.
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“Bolsonaro abriu um rombo fiscal de 10% do PIB em quatro anos, sem precedentes na história. No último ano, deu calote em precatórios, descapitalizou estatais e fez maquiagem de contas. Mas o Pai da Mentira não toma jeito e agora vem dizer que seu governo sabia cuidar do fiscal. O que ele fez foi o pior governo da história do Brasil. Por isso foi o primeiro presidente que não conseguiu se reeleger”
Deputada Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT
“Lula está cumprindo o que disse por ocasião de campanha: ‘Se o Bolsonaro agradou o Mercado eu vou desagradar’. A Economia não perdoa, as consequências de sua conhecida irresponsabilidade todos pagarão com inflação, desemprego e perda do poder aquisitivo”
Ex-presidente Jair Bolsonaro
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