A reestruturação do primeiro escalão começou a sair do papel, mas não há previsão para a realização de mudança nas administrações regionais. A pressão política para nomeação de aliados para o comando das cidades está forte, mas há um impeditivo legal. Desde o começo do ano, Renato Santana (foto) acumula interinamente a gestão de quatro administrações regionais, e só recebe salário de vice-governador. A Procuradoria do DF argumenta que a Lei de Responsabilidade Fiscal impede o aumento de gastos. Se fossem nomeados novos administradores, com salário de R$ 14,4 mil, haveria um custo mensal de R$ 57,6 mil. O impasse é bom para Santana, que ganha tempo para se cacifar politicamente com o trabalho nas cidades, mas ruim para os aliados, que sonham com espaço no governo
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