O GDF precisava aprovar, na sessão desta terça-feira da Câmara Legislativa, crédito suplementar de R$ 52,8 milhões para a secretaria de Mobilidade Urbana. Por falta de quórum, contudo, não houve votação e o governo não conseguiu votar o crédito adicional para o sistema de transporte público.
O secretário de Mobilidade Urbana, Carlos Tomé, chegou a afirmar, ontem, que “Brasília poderia parar” caso a verba não fosse injetada na pasta. O apelo de Tomé, contudo, não surtiu efeito. No momento da votação, faltava um distrital para atingir o quórum — 12 parlamentares estavam no plenário. Entre os faltantes, notou-se a ausência de muitos distritais da base do governo, como Liliane Roriz (PRTB).
Os quatro petistas da Casa, que fazem oposição ao Buriti, se mantiveram firmes à espera da votação até o fim da sessão. Nem eles, porém, conseguiram evitar a derrota do governo, que deve levar o crédito suplementar à pauta novamente nos próximos dias.
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