Por Ana Maria Campos – Entre integrantes do Ministério Público brasileiro, que ingressaram na instituição nos últimos cinco anos, apenas 13,2% são homens negros. No caso das mulheres, o percentual é ainda mais reduzido: 6,5%. Isso mostra o descompasso na representatividade dos Ministérios Públicos em relação à população brasileira, composta por 56,1% de pessoas pretas e pardas, mesmo com a vigência, desde 2017, de resolução que reserva aos negros e às negras o mínimo de 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos do CNMP e do Ministério Público. Os dados fazem parte da pesquisa Perfil Étnico-Racial do Ministério Público brasileiro e acompanhamento das ações afirmativas do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), que será lançada na próxima segunda-feira. O diagnóstico foi feito no período de outubro de 2022 a abril de 2023, e envolveu as 26 unidades do Ministério Público nos estados, além do Ministério Público Federal (MPF), do Ministério Público do Trabalho (MPT), do Ministério Público Militar (MPM) e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O levantamento incluiu dados de membros, servidores e estagiários, por meio da consolidação de registros administrativos de pessoal. Foram recebidas informações de 83.992 pessoas vinculadas ao MP, sendo 13.008 membros, 53.057 servidores e 17.927 estagiários.
O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) vai presidir hoje audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, para debater medidas de prevenção contra afogamentos de crianças. O objetivo da audiência é ouvir especialistas em salvamento, como o convidado tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do DF, Márcio Morato, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), além de famílias que perderam entes por afogamento. Diariamente, morrem cerca de 480 crianças por afogamento em todo o mundo, segundo informações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). De acordo com a entidade, no Brasil, essa é a segunda maior causa de mortes nas idades entre 5 e 14 anos.
O presidente do TRE-DF, Roberval Belinati (D), foi homenageado, ontem, com o título de cidadão honorário de Brasília, em solenidade no plenário da Câmara Legislativa. Nascido no Paraná, o magistrado adotou a capital para estudar, lecionar, exercer a magistratura e formar família. Aqui, casou-se, teve seis filhos e cinco netos. A iniciativa partiu do presidente da Câmara, deputado Wellington Luiz (MDB).
O intelectual e embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima aceitou o convite para ser candidato a deputado federal nas próximas eleições pelo PSD-DF. Ex-presidente da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), integrou-se à carreira diplomática em 1971 e serviu em embaixadas de porte, como as de Washington, Nova York e Lisboa (1983-1986). Esteve na Missão do Brasil nas Nações Unidas por dois anos, foi ministro-conselheiro em Londres e embaixador em Israel, Noruega e Hungria, além de ter sido assessor do ministro das Relações Exteriores, chefe do Departamento de Política Comercial, secretário de Controle Interno e diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI). Será uma das apostas do presidente do PSD-DF, Paulo Octávio, para as próximas eleições.
A deputada distrital Doutora Jane (MDB) lança hoje, na Câmara Legislativa, a Frente Parlamentar para a Economia Digital e Desenvolvimento Tecnológico do Distrito Federal. O objetivo é o crescimento e a popularização da economia digital, para o desenvolvimento do DF. Estarão presentes representantes de big techs como Google, Amazon, Microsoft e Gartner.
O ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a Brasília procedente de São Paulo na última segunda-feira em voo da Gol. Desembarcou por volta de 19h, sem nenhum incômodo. Pelo contrário, foi abordado por vários eleitores que pediram para tirar fotos.
“Alguém pode acreditar que a Terra é plana, mesmo contra todas as evidências científicas. Esse sujeito pode ainda integrar um grupo de estudos terraplanistas ou uma confraria da borda infinita e dedicar seus dias a imaginar como um avião dá a volta no plano para chegar a outro extremo. Porém, se é um professor da rede pública, não lhe é permitido ficar a lecionar inverdades científicas aos seus alunos, pois isso seria desviar as finalidades educacionais que correspondem a sua competência de servidor docente”
Ministro Floriano de Azevedo, do TSE, a favor da inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro
“Especulações e ilações outras, repita-se, não são suficientes para construir o liame causal e a qualificação jurídica do ato abusivo, razão pela qual o comportamento contestado, apreciado em si mesmo, como acima feito, leva à inescapável conclusão pela ausência de gravidade suficiente”
Ministro Raul Araújo, contrário à inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro
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