O desembargador Humberto Ulhôa, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), negou pedido de viagem feita pelo subsecretário afastado de Vigilância à Saúde Eduardo Hage para passar o feriado em Caldas Novas (GO).
Hage justificou que havia combinado a viagem em agosto antes da deflagração da Operação Falso Negativo. O médico teve a prisão preventiva decretada por Ulhôa e, posteriormente, uma liminar em Habeas Corpus, expedida pelo ministro Rogério Schietti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o tirou da prisão.
Ao negar o pedido de viagem, o desembargador Humberto Ulhôa ressaltou que, ao conceder a liminar, Schietti substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares como ausentar-se do Distrito Federal sem autorização judicial. “Não se verifica mínima comprovação da urgência necessária, não restando devidamente demonstrada a imprescindibilidade da viagem”, registrou o magistrado.
Ulhôa também considerou que os outros investigados pelos mesmos crimes de fraude na compra de testes de covid-19 estão presos.
O parecer do Ministério Público também foi pela negativa.
Texto publicado por Ana Maria Campos neste sábado (30/5) — Elogiada pela governadora Celina Leão…
ANA MARIA CAMPOS O julgamento sobre a constitucionalidade das novas regras de elegibilidade que alteraram…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL Integrantes da campanha à reeleição de Celina Leão (PP) avaliam que…
ANA MARIA CAMPOS O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) descobriu um esquema…
ANA MARIA CAMPOS O Colégio de Procuradores e Promotores de Justiça do Ministério Público do…
ANA MARIA CAMPOS O ministro Luiz Fux acompanhou o voto da ministra Cármen Lúcia no…